Mundo

Fifa dá ultimato a dirigentes acusados de corrupção

Dirigentes acusados poderão ser banidos da federação, assim como o ex-candidato a presidência da Fifa, Mohamed Bin Hammam

Único rival do suíço Joseph Blatter na eleição do dia 1º de junho, o catariano Hammam acabou desistindo da disputa por conta das suspeitas de corrupção (Robert Cianflone/Getty Images)

Único rival do suíço Joseph Blatter na eleição do dia 1º de junho, o catariano Hammam acabou desistindo da disputa por conta das suspeitas de corrupção (Robert Cianflone/Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 26 de julho de 2011 às 20h11.

Zurique - A Fifa deu um ultimato nesta terça-feira nos dirigentes da federação caribenha de futebol envolvidos na mesma suspeita de corrupção que gerou o banimento do catariano Mohamed Bin Hammam, no sábado. Os dirigentes poderão sofrer a mesma punição imposta ao ex-candidato a presidente da Fifa.

Segundo a entidade, "qualquer pessoa que tenha informação relevante [sobre o caso] estará sujeita a uma série de sanções", caso não se manifeste. A entidade quer mais detalhes sobre a denúncia de que Bin Hammam teria oferecido US$ 40 mil aos dirigentes caribenhos em troca de votos na eleição para presidente da Fifa.

Único rival do suíço Joseph Blatter na eleição do dia 1º de junho, o catariano acabou desistindo da disputa por conta das suspeitas de corrupção. No sábado, a Fifa chegou à conclusão de que o ex-presidente da Confederação Asiática de Futebol pagou propina aos caribenhos e o baniu do futebol.

Depois de punir Bin Hammam, a Fifa direcionou suas atenções para os dirigentes do Caribe. A entidade avisou que intimou na segunda-feira os membros da União Caribenha de Futebol a se manifestar sobre a reunião em que Bin Hammam teria pedido propina aos dirigentes locais em Trinidad e Tobago. O ultimato da Fifa termina nesta quarta.

Acompanhe tudo sobre:EsportesCorrupçãoEscândalosFraudesFutebolCatarFifaCopa do Mundo

Mais de Mundo

Israel suspenderá ataques contra instalações de gás do Irã a pedido de Trump no 20º dia da guerra

China não planeja invadir Taiwan em 2027 diante de possível fracasso, diz inteligência dos EUA

Trump diz que os EUA precisam de US$ 200 bilhões para financiar a guerra contra o Irã

Caça russo invade espaço aéreo da Estônia e aciona Otan