Mundo

Farc tem 2,5 mil integrantes em prisões colombianas

Do total de presos, cerca de 2 mil estão condenados e os demais aguardam decisão judicial


	Guerrilheiros da Farc: a divulgação do relatório ocorre no momento em que o governo Santos negocia com as Farc e o ELN o fim dos conflitos na Colômbia
 (Getty Images)

Guerrilheiros da Farc: a divulgação do relatório ocorre no momento em que o governo Santos negocia com as Farc e o ELN o fim dos conflitos na Colômbia (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 4 de dezembro de 2012 às 08h17.

Brasília – O Instituto Nacional Penitenciário e Carcerário (Inpec) identificou 2.536 guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) mantidos em prisões no país. Relatório elaborado a pedido do governo do presidente Juan Manuel Santos informa ainda que há 376 presos ligados ao Exército de Libertação Nacional (ELN), considerado o segundo maior grupo guerrilheiro da Colômbia.

No documento, há informações também sobre 3.361 detidos por rebelião, conspiração e atividades relacionadas a esses crimes. O diretor do Inpec, general Gustavo Adolfo Ricaurte, disse que do total de presos cerca de 2 mil estão condenados e os demais aguardam decisão judicial.

A divulgação do relatório ocorre no momento em que o governo Santos negocia com as Farc e o ELN o fim dos conflitos na Colômbia. Há dois dias, o presidente admitiu que o acordo final deve ocorrer apenas dentro de um ano, em novembro de 2013. Desde outubro, os negociadores buscam consenso sobre os principais temas relativos ao acordo.

As Farc têm 48 anos de existência e são apontadas como o mais antigo grupo de guerrilha da América Latina. Segundo as autoridades, têm 9.200 combatentes. Autoridades de Cuba, da Venezuela, do Chile e da Noruega fazem a mediação do processo de paz. Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa.

Acompanhe tudo sobre:ColômbiaAmérica LatinaFarcPrisões

Mais de Mundo

Irã diz que não deseja escalada do conflito, mas não abrirá mão de soberania

Israel anuncia nova onda de ataques contra o Irã nesta segunda-feira

Guerra no Irã: Europa se mobiliza; França aumenta arsenal nuclear

Secretário dos EUA diz que ataques contra o Irã serão ampliados: 'próxima fase será mais punitiva'