Mundo

EUA recuperam os corpos de marinheiros mortos após colisão

As autoridades, no entanto, não detalharam o local onde foram achados, ainda que se pressuponha que tenha sido nas áreas inundadas do interior do navio

Remoção de Corpos: comunicado dá o nome, idade e posto das dez vítimas e indica que o incidente está sob investigação (Royal Malaysian Navy Handout via REUTERS/Reuters)

Remoção de Corpos: comunicado dá o nome, idade e posto das dez vítimas e indica que o incidente está sob investigação (Royal Malaysian Navy Handout via REUTERS/Reuters)

E

EFE

Publicado em 28 de agosto de 2017 às 09h27.

Priorizar nos meus resultados Google

Bangcoc - A Marinha dos Estados Unidos confirmou nesta segunda-feira que recuperaram os corpos de dez marinheiros mortos após a colisão da semana passada do destróier USS John S. McCain com um cargueiro em águas próximas a Singapura.

Em um comunicado emitido nesta segunda-feira (domingo nos Estados Unidos), a Sétima Frota da Marinha dos EUA informou que as equipes de mergulhadores encontraram os corpos dos dez homens dadas previamente por desaparecidas.

As autoridades, no entanto, não detalharam o local onde foram achados, ainda que se pressuponha que tenha sido nas áreas inundadas do interior do navio, que está atracado na base naval de Changi, em Singapura.

O comunicado dá o nome, idade e posto das dez vítimas e indica que o incidente está sob investigação.

O choque entre o destróier de mísseis teleguiados e o Alnic MC, um petroleiro de mais de 30 mil toneladas que navega com bandeira da Libéria, também causou cinco feridos, todos eles do USS McCain.

Nem EUA nem Singapura explicaram a causa da colisão.

Acompanhe tudo sobre:Estados Unidos (EUA)SingapuraMortesacidentes-de-barco

Mais de Mundo

Eleições começam fora do Brasil: brasileiros residentes na Nova Zelândia vão às urnas

Trump insiste em promessa de US$ 5 mil por adulto caso republicanos vençam em novembro

Juiz cobra do governo Trump argumentos para restringir vistos de estudantes e jornalistas

G7 decide liberar até 100 milhões de barris de petróleo e diesel para conter preços