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EUA advertem Coreia do Norte sobre lançamento de foguete

A Coreia do Norte escolheu não cumprir suas obrigações internacionais ''e haverá consequências por isso'', ressaltou o porta-voz da Casa Branca


	Bandeira dos Estados Unidos: funcionário também destacou que o presidente Obama ''está preocupado pelo comportamento da Coreia do Norte''
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Bandeira dos Estados Unidos: funcionário também destacou que o presidente Obama ''está preocupado pelo comportamento da Coreia do Norte'' (©null / null)

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Da Redação

Publicado em 12 de dezembro de 2012 às 18h07.

Washington - O governo americano advertiu nesta quarta-feira que o lançamento de um foguete de longo alcance pela Coreia do Norte terá consequências, mas não explicou exatamente o que faria para retaliar o país, embora tenha dito que seguirá trabalhando com seus parceiros internacionais para isolar o regime de Pyongyang.

A Coreia do Norte escolheu não cumprir suas obrigações internacionais ''e haverá consequências por isso'', ressaltou o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, em sua entrevista coletiva diária, sem entrar em detalhes sobre que medidas serão tomadas pelo governo do presidente Barack Obama.

''Seguiremos trabalhando com nossos parceiros internacionais para nos assegurar que a Coreia do Norte fique cada vez mais isolada'', acrescentou Carney.

O funcionário também destacou que o presidente Obama ''está preocupado pelo comportamento da Coreia do Norte''. Em comunicado, o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, Tommy Vietor, classificou o lançamento como ''uma grave provocação''.

A Coreia do Norte lançou nesta quarta-feira seu foguete de longo alcance Unha-3 da base de Donchang-ri, em uma operação que o país comunista definiu como ''um sucesso'' e que foi condenada pela comunidade internacional.

Pyongyang afirma que o lançamento tinha como objetivo colocar em órbita um satélite, mas a Coreia do Sul, os Estados Unidos e seus aliados acreditam que a operação encobre uma prova de mísseis de longo alcance, o que viola as resoluções do Conselho de Segurança da ONU.

O lançamento é o segundo deste ano, após uma operação similiar que fracassou em abril, quando o foguete caiu no Mar Amarelo. O Conselho de Segurança da ONU, reunido em caráter de urgência a pedido do Japão, EUA e Coreia do Sul, condenou o lançamento e se mostrou disposto a tomar medidas caso a operação se repita.

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