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Estado Islâmico proíbe acesso à internet em reduto na Síria

Ativistas postaram foto de folheto distribuído na cidade em que é estabelecido prazo de quatro dias para que provedores de internet cortem as conexões privadas


	Militantes do Estado Islâmico em Raqa: decisão faz parte da tentativa do grupo radical de impor uma censura informativa
 (AFP)

Militantes do Estado Islâmico em Raqa: decisão faz parte da tentativa do grupo radical de impor uma censura informativa (AFP)

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Da Redação

Publicado em 20 de julho de 2015 às 09h14.

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O grupo Estado Islâmico (EI) proibiu o acesso particular à internet em seu reduto sírio de Raqa, obrigando os habitantes e os próprios combatentes a usar cibercafés, onde podem ser controlados.

O Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH) e o grupo ativista Raqa Está Sendo Massacrada Silenciosamente informaram sobre essa novas restrições.

Os ativistas postaram a foto de um folheto distribuído na cidade em que é estabelecido um prazo de quatro dias para que os provedores de internet cortem as conexões privadas.

"É obrigatório para todos os provedores de internet: o cancelamento de conexões wifi distribuídas fora dos cibercafés e das conexões privadas, incluindo as dos soldados do Estado Islâmico", afirma o panfleto.

Esta decisão faz parte da tentativa do grupo radical de impor uma censura informativa sobre o que está acontecendo na cidade de Raqa, segundo o OSDH.

O EI também busca com isso cortar as comunicações entre os combatentes não sírios e suas famílias, para evitar que voltem para casa.

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