Mundo

EI retira forças e equipamentos de cidade síria Aleppo

Grupo, que recentemente perdeu terreno para as forças curdas e do governo sírio, retirou combatentes e equipamentos de vários vilarejos


	EI, que recentemente perdeu terreno para as forças curdas e do governo sírio, retirou combatentes e equipamentos de vários vilarejos
 (Reuters)

EI, que recentemente perdeu terreno para as forças curdas e do governo sírio, retirou combatentes e equipamentos de vários vilarejos (Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 9 de fevereiro de 2015 às 13h30.

Amã - O Estado Islâmico retirou alguns de seus insurgentes e equipamentos de áreas a nordeste da cidade síria de Aleppo, disseram rebeldes e moradores, somando-se aos sinais de tensão nas províncias sírias do autodeclarado califado do grupo.

O grupo, que recentemente perdeu terreno para as forças curdas e do governo sírio em outros pontos na Síria, retirou combatentes e equipamentos de vários vilarejos, segundo as fontes, mas não deixou a área por completo.

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, que monitora a guerra por meio de uma rede de fontes no terreno, disse que o Estado Islâmico havia deslocado forças da província de Aleppo para se juntar a batalhas mais a leste com as forças curdas e outros grupos rebeldes.

O Estado Islâmico controla uma área a nordeste de Aleppo para marcar o limite a oeste de um domínio que se expandiu rapidamente na Síria e no Iraque no ano passado, depois que os jihadistas tomaram a cidade iraquiana de Mosul.

No mês passado, o grupo sofreu sua primeira grande derrota na Síria desde meados de 2014, quando foi forçado a recuar da cidade predominantemente curda de Kobani por combatentes curdos apoiados por ataques aéreos liderados pelos Estados Unidos.

Forças do governo sírio, que travam uma batalha separada contra o grupo, também provocaram perdas aos jihadistas recentemente.

Acompanhe tudo sobre:TerrorismoSíriaEstado IslâmicoIslamismo

Mais de Mundo

Israel volta a atacar o Hezbollah no Líbano apesar de acordo entre EUA e Irã

Venezuela inicia diálogo com oposição sobre transição democrática

Rússia ameaça ampliar ataques após Ucrânia atingir Moscou com drones

De Ormuz ao Nazismo: essa não é a primeira Copa sob a sombra de uma guerra