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Coreia do Norte diz que vai acelerar programa de armas

Em nota, a Coreia do Norte criticou a nova rodada de sanções impostas pelo Conselho de Segurança da ONU

Coreia do Norte: a diplomacia de Pyongyang disse que vai lutar pelo "direito do país existir" (KCNA/Reuters)

Coreia do Norte: a diplomacia de Pyongyang disse que vai lutar pelo "direito do país existir" (KCNA/Reuters)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 12 de setembro de 2017 às 22h47.

São Paulo - O Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte emitiu nota na manhã desta quarta-feira (hora local) na qual critica a nova rodada de sanções impostas pelo Conselho de Segurança da ONU e que afirma que o país dará ainda mais incentivo para "o trabalho de consolidação da capacidade de defesa de soberania".

"A RPDC (República Popular Democrática da Coreia) condena severamente as sanções do Conselho de Segurança da ONU, que foi fabricada com todos os meios e métodos vis e perversos pelos Estados Unidos, como o produto de provocação cruel para privar o direito justo a autodefesa da RPDC e com o objetivo de asfixiar totalmente o Estado e o povo coreanos mediante bloqueio econômico", diz a nota, que foi publicada no site da agência estatal KCNA.

Diante disso, a diplomacia de Pyongyang disse que vai lutar pelo "direito do país existir" bem como "garantir a paz e a estabilidade da região por meio de um equilíbrio de forças com os Estados Unidos".

Na noite de segunda-feira, o Conselho de Segurança da ONU aprovou de forma unânime um novo pacote de sanções contra o regime de Kim Jong-un. Ao contrário do desejo da diplomacia dos Estados Unidos, as restrições foram menos drásticas e não incluíram o banimento às importações de petróleo nem o congelamento de ativos do governo norte-coreano ou do presidente do país.

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