Mundo

Copa do Mundo: Fifa confirma que base do Irã será no México

Seleção iraniana ficará em cidade fronteiriça no México durante o Mundial de 2026

Irã na Copa de 2026: seleção troca base nos Estados Unidos por Tijuana, no México, para reduzir entraves com vistos durante o Mundial. (Atta Kenare/AFP)

Irã na Copa de 2026: seleção troca base nos Estados Unidos por Tijuana, no México, para reduzir entraves com vistos durante o Mundial. (Atta Kenare/AFP)

Publicado em 26 de maio de 2026 às 07h35.

A Fifa oficializou a lista dos campos-base das 48 seleções que disputarão a Copa do Mundo de 2026 a partir de 11 de junho, com destaque para a mudança da seleção do Irã, que deixou a cidade de Tucson, nos Estados Unidos, e passou a concentrar sua preparação no Centro Xoloitzcuintle, em Tijuana, no México.

A decisão foi confirmada após solicitação da Federação Iraniana de Futebol e aprovada pela entidade organizadora do Mundial.

O presidente da federação, Mehdi Taj, afirmou que a mudança tem como objetivo reduzir entraves relacionados à concessão de vistos para entrada em território americano durante a competição.

Segundo ele, a escolha por Tijuana, cidade na fronteira entre México e Estados Unidos, “resolve em grande medida” os problemas logísticos envolvendo deslocamentos e autorizações de entrada, de acordo com comunicado divulgado pela entidade.

O Irã está no grupo G da Copa e disputará suas duas primeiras partidas em Los Angeles, contra Nova Zelândia e Bélgica, nos dias 16 e 21 de junho. O terceiro jogo será em Seattle, diante do Egito.

No total, 39 seleções terão base de concentração nos Estados Unidos, incluindo o Brasil, que ficará em Nova Jersey. Outras sete equipes ficarão no México e duas no Canadá.

A Fifa também definiu que 25 cidades que não receberão partidas servirão como centros de treinamento para delegações do torneio.

*Com EFE 

Acompanhe tudo sobre:Irã - PaísFifaCopa do Mundo

Mais de Mundo

Protestos se intensificam na Bolívia em meio à crise econômica

Entenda o 'estado de exceção' proposto na Bolívia após protestos

EUA mantêm conversas com Irã mesmo após novos ataques no estreito de Ormuz

Falta apenas 5% para EUA e Irã fecharem acordo, diz analista