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Com água e sabão, grupo pede cassação de Jaqueline

Deputada terá seu destino julgado por seus pares na noite de hoje

Pessoas tentaram parar todos os carros que desciam a rampa de acesso ao Congresso para pedir aos parlamentares votos contra Jaqueline (Antonio Cruz/ABr)
DR

Da Redação

Publicado em 30 de agosto de 2011 às 14h59.

Brasília - Cerca de 50 pessoas fizeram uma manifestação na via que dá acesso ao Congresso pedindo a cassação de Jaqueline Roriz (PMN-DF), que terá seu destino julgado por seus pares na noite de hoje. Os manifestantes levaram água e sabão e fizeram uma "limpeza" da rua. Eles seguraram faixas pedindo a cassação da parlamentar, flagrada em vídeo divulgado em primeira mão pelo portal Estadão.com.br recebendo um pacote de dinheiro do delator do mensalão do DEM, Durval Barbosa.

Os manifestantes procuraram parar todos os carros que desciam a rampa de acesso ao Congresso para pedir aos parlamentares votos contra Jaqueline. Faixas também foram espalhadas por Brasília pedindo a cassação, mas algumas delas já foram retiradas. Restaram inscrições feitas com tinta no chão das ruas.

Apesar da mobilização, os líderes partidários apostam que a colega será absolvida. O principal argumento da defesa é que ela não era parlamentar em 2006, época em que o vídeo foi gravado.

O relator do processo no Conselho de Ética, Carlos Sampaio (PSDB-SP), porém, argumentou que a gravação só foi conhecida agora e, portanto, a ação de Jaqueline não era do conhecimento dos eleitores quando deram seus votos a ela. O relatório foi aprovado no Conselho por 11 votos a três. No plenário, são necessários 257 votos favoráveis entre os 513 deputados para que Jaqueline perca seu mandato.

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Os manifestantes procuraram parar todos os carros que desciam a rampa de acesso ao Congresso para pedir aos parlamentares votos contra Jaqueline. Faixas também foram espalhadas por Brasília pedindo a cassação, mas algumas delas já foram retiradas. Restaram inscrições feitas com tinta no chão das ruas.

Apesar da mobilização, os líderes partidários apostam que a colega será absolvida. O principal argumento da defesa é que ela não era parlamentar em 2006, época em que o vídeo foi gravado.

O relator do processo no Conselho de Ética, Carlos Sampaio (PSDB-SP), porém, argumentou que a gravação só foi conhecida agora e, portanto, a ação de Jaqueline não era do conhecimento dos eleitores quando deram seus votos a ela. O relatório foi aprovado no Conselho por 11 votos a três. No plenário, são necessários 257 votos favoráveis entre os 513 deputados para que Jaqueline perca seu mandato.

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