Mundo

Em clima tenso, Premiê grego discursa neste sábado

Tessalônica, Grécia - O primeiro-ministro George Papandreou tentará acalmar os gregos, cansados de medidas de austeridade, com uma ênfase sobre o crescimento em um importante discurso econômico neste sábado, mas as restrições de um orçamento público apertado permitem pouco para ele oferecer ao país. Amarrado pelas condições impostas por um pacote de ajuda de 110 […]

George Papandreou tentará acalmar os gregos, cansados de medidas de austeridade (.)

George Papandreou tentará acalmar os gregos, cansados de medidas de austeridade (.)

DR

Da Redação

Publicado em 11 de setembro de 2010 às 10h12.

Tessalônica, Grécia - O primeiro-ministro George Papandreou tentará acalmar os gregos, cansados de medidas de austeridade, com uma ênfase sobre o crescimento em um importante discurso econômico neste sábado, mas as restrições de um orçamento público apertado permitem pouco para ele oferecer ao país.

Amarrado pelas condições impostas por um pacote de ajuda de 110 bilhões de euros patrocinado pela União Europeia e pelo Fundo Monetário Internacional, seu governo socialista elevou impostos e fez cortes draconianos de salários e pensões como forma de combater o déficit orçamentário, causando protestos e greves.

Todos os olhos estarão voltados a Papandreou em seu discurso às 14h (horário de Brasília), para ver se ele sinalizará qualquer relaxamento nas medidas com o objetivo de agradar um público inquieto, mas arriscando assim causar a irritação dos organismos que emprestaram dinheiro para a Grécia.

Leia mais sobre a crise grega

Siga as notícias do site EXAME sobre Economia no Twitter

Acompanhe tudo sobre:EuropaPiigsCrises em empresasGréciaCrise grega

Mais de Mundo

Irã estaria ativando 'células dormentes' em outros países em meio à guerra com os EUA, diz jornal

Bancos terão risco se PCC e CV forem designados como terroristas, diz professor

Trump pede à Austrália que conceda asilo a jogadoras iranianas e oferece refúgio nos EUA

Como a escolha de novo líder supremo afeta o futuro da guerra no Irã?