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China restringe distribuição de notícias

País proibiu a veiculação de informações por canais não autorizados pelo governo

EXAME.com (EXAME.com)

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Da Redação

Publicado em 12 de outubro de 2010 às 18h39.

O governo da China impôs uma série de restrições à veiculação de notícias do país por agência internacionais. O anúncio foi feito neste domingo (10/9) pela agência de notícias estatal chinesa Xinhua.   

De acordo com o comunicado divulgado pela Xinhua,  "as agências estrangeiras de notícias não deverão procurar assinantes diretamente na China" e estão proibidas as divulgações de notícias que prejudiquem a "unidade nacional, a soberania e a integridade territorial" e que "coloquem em perigo a reputação, os interesses e a segurança nacional da China".

Os serviços internacionais terão que vender seus produtos por meio da Xinhua ou por canais por ela autorizados, incluindo informações financeiras comercializadas por agências como Bloomberg e Reuters a bancos, corretoras e empresas. De acordo com o americano The Wall Street Journal, nos últimos anos, a demanda por informações financeiras da China apresentou forte crescimento, acompanhando a expansão econômica do país.

As medidas, que já estão em vigor, estendem-se também a Hong Kong e Taiwan. Segundo a Xinhua, o objetivo das novas determinações é "promover a disseminação de notícias e informações de modo seguro e ordeiro".

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