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Charlie Hebdo relembra 2 anos de massacre com edição especial

O atentado de 2015 foi reivindicado pela Al-Qaeda no Iêmen, que queria se vingar pelo fato de o profeta Maomé ter sido ironizado pela revista

Charlie Hebdo: o fuzil é empunhado por um homem furioso e com uma longa barba negra, uma charge assinada por Foolz, membro da nova geração de artistas da revista (Getty Images)

Charlie Hebdo: o fuzil é empunhado por um homem furioso e com uma longa barba negra, uma charge assinada por Foolz, membro da nova geração de artistas da revista (Getty Images)

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AFP

Publicado em 3 de janeiro de 2017 às 16h33.

"2017, por fim, o fim do túnel", é o título na página da revista satírica Charlie Hebdo junto à charge de um homem que olha pelo cano de um fuzil, em um número especial que chegará às bancas nesta quarta-feira, quase dois anos depois do massacre em sua redação.

O fuzil é empunhado por um homem furioso e com uma longa barba negra, uma charge assinada por Foolz, membro da nova geração de artistas da revista.

A equipe anterior foi dizimada no atentado de 7 de janeiro de 2015: onze pessoas que trabalhavam na sede da publicação morreram no atentado dos irmãos Cherif e Said Kouachi.

O atentado foi reivindicado pela Al-Qaeda no Iêmen, que queria se vingar pelo fato de o profeta Maomé ter sido ironizado pela revista.

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