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Brasil nega participação em ataque a unidade militar na Venezuela

Ministro venezuelano Jorge Rodríguez tinha dito na internet que o governo Jair Bolsonaro havia colaborado com o ataque na região da fronteira

Itamaraty: ministério negou participação no ataque em poucas palavras (Wikimedia Commons/Wikimedia Commons)

Itamaraty: ministério negou participação no ataque em poucas palavras (Wikimedia Commons/Wikimedia Commons)

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AFP

Publicado em 23 de dezembro de 2019 às 13h00.

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O governo brasileiro negou, nesta segunda-feira (23), o envolvimento no ataque no domingo a um destacamento da Força Armada venezuelana no sul do país, em resposta às acusações do governo chavista.

"O Brasil nega qualquer envolvimento no episódio", declarou o Itamaraty, sem dar mais detalhes.

O governo de Nicolás Maduro atribuiu o ataque, que deixou um militar morto e seis detidos, a opositores treinados em "acampamentos paramilitares" da Colômbia e apoiados por autoridades do Brasil e do Peru.

"Receberam a colaboração do governo de Jair Bolsonaro", frisou o ministro venezuelano da Comunicação, Jorge Rodríguez.

 

Vários jornais locais noticiaram mais cedo que o episódio aconteceu em Gran Sabana, uma das principais zonas turísticas do país, no estado Bolívar, que faz fronteira com o Brasil.

Apoiados por um grupo de indígenas, os agressores tomaram um destacamento militar e um posto policial, levando mais de 100 fuzis, de acordo com o portal online El Pitazo.

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