Mundo

Bombardeios da Rússia na Síria matam 19 membros do EI

Os ataques contra a região de Al Karama, no leste da província de Al Raqqa, principal reduto do EI na Síria, mataram 15 membros da organização terrorista


	Jato militar russo na Síria: além dos alvos do EI, ativistas e opositores sírios denunciaram que Moscou também atacou posições civis e bases de organizações rebeldes contrárias ao regime
 (Reuters / Ministry of Defence of the Russian Federation)

Jato militar russo na Síria: além dos alvos do EI, ativistas e opositores sírios denunciaram que Moscou também atacou posições civis e bases de organizações rebeldes contrárias ao regime (Reuters / Ministry of Defence of the Russian Federation)

DR

Da Redação

Publicado em 6 de outubro de 2015 às 09h52.

Beirute - Pelo menos 19 membros do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) morreram nas últimas 24 horas na Síria devido aos bombardeios realizados pela Rússia, informou nesta terça-feira o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

Os ataques contra a região de Al Karama, no leste da província de Al Raqqa, principal reduto do EI na Síria, mataram 15 membros da organização terrorista. Os outros quatro perderam a vida durante a ofensiva aérea contra a cidade de Palmira, na província de Homs.

Segundo o Observatório, as Forças Aéreas da Rússia efetuaram 34 bombardeios em Al Karama e Palmira, onde também destruíram dois depósitos de armas dos extremistas e 12 veículos.

A Rússia iniciou no último dia 30 de setembro a intervenção aérea no território da Síria para combater o EI, segundo anunciaram fontes oficiais dos dois países.

No entanto, além dos alvos do EI, ativistas e opositores sírios denunciaram que Moscou também atacou posições civis e bases de organizações rebeldes contrárias ao regime de Bashar al Assad.

Acompanhe tudo sobre:ÁsiaEuropaSíriaEstado IslâmicoRússia

Mais de Mundo

Flávio Bolsonaro se reúne com vice-secretário de Estado dos EUA

Quem é Jason Miller, aliado de Trump que apoia Flávio Bolsonaro

Venezuela anuncia comissão para reestruturar governo em 90 dias

Bolívia aprova mudança que amplia poder do presidente para decretar estado de exceção