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Bombas em oleoduto no Iêmen interrompem fluxo de petróleo

O ataque aconteceu no distrito de Serwah, na província produtora de petróleo de Maarib

Oleoduto: o Iêmen, que depende das exportações de petróleo para financiar até 70 por cento do seu orçamento (Nathan VanderKlippe/The Globe and Mail/Reuters)
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Da Redação

Publicado em 1 de fevereiro de 2014 às 10h15.

Sanaa - Homens armados, membros de tribos, bombardearam o principal oleoduto do Iêmen neste sábado, interrompendo o fluxo para o principal terminal de exportações de petróleo bruto do país, menos de um mês depois dele ter sido consertado, disseram autoridades locais e do setor petrolífero.

O ataque aconteceu no distrito de Serwah, na província produtora de petróleo de Maarib, disseram as autoridades, e causou um grande incêndio que forçou o fechamento do oleoduto e interrompeu o fluxo de petróleo dos campos de Maarib ao terminal petrolífero de Ras Isa, no Mar Vermelho.

O Iêmen, que depende das exportações de petróleo para financiar até 70 por cento do seu orçamento, tem sofrido ataques frequentes contra seu principal oleoduto nos últimos anos. O último aconteceu em 26 de dezembro e o oleoduto foi consertado em 5 de janeiro.

Membros de tribos, descontentes, organizam esse tipo de ataque para pressionar o governo a gerar empregos, resolver disputas territoriais ou libertar parentes da prisão.

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Sanaa - Homens armados, membros de tribos, bombardearam o principal oleoduto do Iêmen neste sábado, interrompendo o fluxo para o principal terminal de exportações de petróleo bruto do país, menos de um mês depois dele ter sido consertado, disseram autoridades locais e do setor petrolífero.

O ataque aconteceu no distrito de Serwah, na província produtora de petróleo de Maarib, disseram as autoridades, e causou um grande incêndio que forçou o fechamento do oleoduto e interrompeu o fluxo de petróleo dos campos de Maarib ao terminal petrolífero de Ras Isa, no Mar Vermelho.

O Iêmen, que depende das exportações de petróleo para financiar até 70 por cento do seu orçamento, tem sofrido ataques frequentes contra seu principal oleoduto nos últimos anos. O último aconteceu em 26 de dezembro e o oleoduto foi consertado em 5 de janeiro.

Membros de tribos, descontentes, organizam esse tipo de ataque para pressionar o governo a gerar empregos, resolver disputas territoriais ou libertar parentes da prisão.

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