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BNP assume culpa novamente em acordo de US$9 bi com EUA

Procuradores tinham acusado o banco de processar bilhões de dólares por meio do sistema financeiro dos EUA em nome de sudaneses e outros barrados


	BNP Paribas: banco admitiu ter conspirado entre 2004 e 2012
 (Fabrice Dimier/Bloomberg/Bloomberg)

BNP Paribas: banco admitiu ter conspirado entre 2004 e 2012 (Fabrice Dimier/Bloomberg/Bloomberg)

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Da Redação

Publicado em 10 de julho de 2014 às 10h35.

Nova York- O BNP Paribas , pela segunda vez em nove dias, assumiu a culpa na quarta-feira por conspirar para violar sanções dos Estados Unidos, como parte de um acordo de cerca de 9 bilhões de dólares no qual o banco francês admitiu infringir embargos contra o Sudão, Cuba e Irã.

Procuradores tinham acusado o banco de processar bilhões de dólares por meio do sistema financeiro dos EUA em nome de sudaneses e outros barrados por abuso aos direitos humanos, apoio a terroristas e outras situações envolvendo a segurança nacional.

A juíza distrital dos EUA Lorna Schofield aceitou o pedido em uma audiência na corte federal em Manhattan. O BNP Paribas admitiu ter conspirado entre 2004 e 2012 para violar o Ato de Emergência Internacional de Potências Econômicas.

O Departamento de Justiça dos EUA revelou o acordo recorde em 1o de julho, quando o banco assumiu a culpa na Justiça de Nova York, sobre as acusações de falsificar dados econômicos e conspiração.

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