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Máquina lembra mulheres que morreram por parto ou aborto

Ação “Names Not Numbers” foi realizada em Paris

Campanha Names Not Numbers: máquina para alertar sobre o grande número de mulheres – mais de 300 mil, todos os anos – que morrem devido a complicações do parto ou abortos clandestinos (Divulgação/Names Not Numbers)

Campanha Names Not Numbers: máquina para alertar sobre o grande número de mulheres – mais de 300 mil, todos os anos – que morrem devido a complicações do parto ou abortos clandestinos (Divulgação/Names Not Numbers)

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Da Redação

Publicado em 24 de março de 2014 às 10h45.

São Paulo - Em uma ação brilhante em Paris, a ONG Doctors of the World criou uma máquina para alertar sobre o grande número de mulheres – mais de 300 mil, todos os anos – que morrem devido a complicações do parto ou abortos clandestinos.

Intitulado Names Not Numbers, o projeto imprimia, a cada minuto, o nome de uma mulher morta em um cartão, que já vinha endereçado para algum político. Ban Ki-moon, secretário geral das Nações Unidas, e Najat Vallaud-Belkacem, ministra dos direitos femininos da França, eram os alvos preferidos.

Cada cartão, porém, deveria ser retirado rapidamente, antes que o próximo fosse impresso e a nome anterior se tornasse apenas mais uma estatística.

A máquina esteve em funcionamento no Dia Internacional da Mulher, em frente ao Centre Pompidou, em Paris, mas também conta com uma versão digital no site names-not-numbers.org

A criação é da BETC Paris, com produção da B-Reel e We Do.

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