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Criar produtos para a Classe C é mais do que cortar custos

Empresas precisam entender as peculiaridades deste segmento e desenvolver ítens de qualidade

Consumidor está cada vez mais exigente e ciente de seus direitos (Eduardo Monteiro/EXAME)

Consumidor está cada vez mais exigente e ciente de seus direitos (Eduardo Monteiro/EXAME)

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Da Redação

Publicado em 8 de maio de 2012 às 16h26.

Rio de Janeiro - Desenvolver produtos direcionados para a Classe C é muito mais do que simplesmente cortar custos, já que o consumidor se mostra cada vez mais exigente. É o que acreditam André Torreta, Sócio-Diretor da Ponte Estratégica, e Jaime Troiano, CEO do Grupo Troiano de Marketing.

Mais que tornar os itens mais baratos é preciso manter a dignidade da relação da marca com o público, já que a Classe C conta com estilos próprios. De acordo com os especialistas, o que deve ser feito é uma mudança nos planos de negócios para reduzir os custos sem ocasionar queda na qualidade.

Outro ponto debatido é a necessidade de se entender o consumidor, que está cada vez mais consciente do que quer e dos seus direitos. Jaime Troiano e André Torreta alertam para o risco de se sujar a marca caso a inteligência de quem está do outro lado da relação de consumo seja posta à prova.

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