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Startup permite parcelamento do aluguel em meio à pandemia de coronavírus

Para o parcelamento do aluguel em três vezes, referente aos meses de abril, maio e junho, não há cobrança de juros

Imóvel: parcelamento é possível devido ao aporte de 10 milhões de reais disponibilizado pela startup (Acervo/Thinkstock)

Imóvel: parcelamento é possível devido ao aporte de 10 milhões de reais disponibilizado pela startup (Acervo/Thinkstock)

Karla Mamona

Karla Mamona

Publicado em 30 de março de 2020 às 11h43.

A Credpago, startup do setor imobiliário, irá parcelar em até seis vezes o aluguel dos clientes. A iniciativa surgiu devido à pandemia do coronavírus (Covid-19) e deve beneficiar cerca de seis mil famílias em todo país.

Para o parcelamento do aluguel em três vezes, referente aos meses de abril, maio e junho, não há cobrança de juros. Já para o parcelamento de quatro a seis vezes, há uma cobrança de cerca de 7% sobre o valor total.

Os interessados em parcelar o aluguel devem acessar a ferramenta de simulação no site da startup que está disponível a partir desta segunda-feira, 30.

Após a simulação, os dados são direcionados para a imobiliária parceira que administra o contrato de locação, e após checar as condições e concordar com a operação, envia por meio de um aceite virtual os termos da proposta. A imobiliária gera um link de pagamento que é enviado automaticamente para o inquilino preencher com os dados do cartão de crédito e concluir o pagamento parcelado do aluguel. Assim que o locatário concluir a operação, a imobiliária recebe o valor integral do aluguel em até três dias úteis.

O parcelamento é possível devido ao aporte de 10 milhões de reais disponibilizado pela startup, que deve atender cerca de três mil contratos de locação imobiliária.

Em entrevista a exame, Jardel Cardoso, CEO da Credpago, ressaltou que existe um limite financeiro para atender os contratos de aluguel, por isso o parcelamento deve ser usado por quem, realmente, teve suas finanças afetadas durante a quarentena.

“Não estamos fazendo uma operação de crédito. Não vamos ganhar com isso. É importante que a pessoa tenha consciência se ela precisa mesmo do parcelamento, mas não tirar a oportunidade de quem precisa.”

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