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Com queda na renda, 55% deixariam de pagar financiamentos e outras dívidas

Queda na renda afeta o pagamento de boletos de consumidores com nome sujo e sem restrições, aponta pesquisa

Dívidas: o cartão de crédito deixaria de ser pago por 34% dos consumidores (Gustavo Mellossa/iStock/Getty Images)

Dívidas: o cartão de crédito deixaria de ser pago por 34% dos consumidores (Gustavo Mellossa/iStock/Getty Images)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 30 de janeiro de 2020 às 17h43.

São Paulo Em caso de queda na renda, 55% dos consumidores deixaria de pagar financiamentos - as contas pagas com boletos e carnês. O cartão de crédito deixaria de ser pago por 34% dos consumidores, enquanto 11% não pagariam empréstimos e cheque especial.

Os dados são de uma pesquisa feita pela Boa Vista com 2.100 consumidores durante o segundo semestre de 2019.

Entre os consumidores com nome sujo, uma queda na renda significaria atraso no pagamento de boletos e carnês para 47%, enquanto 40% não pagariam o cartão de crédito.

Os consumidores sem restrição no cadastro também prefeririam atrasar os boletos: são 61% os que optariam por este caminho. Dos adimplentes, 28% atrasariam cartão de crédito e só 9% deixariam de pagar o cheque especial e outros empréstimos.

Os consumidores, tanto os com nome sujo quanto os adimplentes, que preferem atrasar boletos, carnês e contas diversas, o fariam pela possibilidade de negociação posterior (70% apontaram este motivo para explicar eventuais atrasos).

O mesmo argumento foi usado por 71% dos que optariam por não pagar o cartão de crédito.

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