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Brasileiros continuam inadimplentes, mas com menos dívidas, aponta Serasa

Em um ano até novembro, total de pessoas com nome sujo subiu 1,9%, mas número de contas atrasadas caiu 3,3%

Bancos, água e luz representam a maior parte das dívidas negativadas no país (Paulo Fridman/Bloomberg/Bloomberg)

Bancos, água e luz representam a maior parte das dívidas negativadas no país (Paulo Fridman/Bloomberg/Bloomberg)

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Juliana Elias

Publicado em 21 de janeiro de 2020 às 12h10.

São Paulo - O Brasil tinha, em novembro de 2019, 63,84 milhões de pessoas inadimplentes que acumulavam 234,43 milhões de contas não pagas e negativadas, de acordo com dados da Serasa Experian.

Os resultados representam uma alta de 1,9% no total de inadimplentes quando comparados com novembro de 2019, mas uma queda de 3,3% no número de contas atrasadas. Isso significa que, na média, cada pessoa inadimplente chegou a novembro do ano passado com menos dívidas do que um ano antes.

Em novembro de 2019, cada brasileiro com o nome sujo tinha, em média, 3,5 contas negativadas, ante média de 3,7 contas em 2018.

Dívidas de telefonia caem e de loja e banco sobem

O setor de telecomunicações, que embute as contas de telefone, celular, internet e canais de televisão, liderou a queda no número de dívidas em um ano: em novembro de 2018 ele representava 12,8% das contas atrasados e, em novembro de 2019, caiu para 10,4% do total.

Os demais segmentos tiveram ligeiro aumento de um ano para outro, caso das dívidas com bancos e cartões, que representam a maior parcela das dívidas e subiram de de 27,5% para 28,1% entre 2018 e 2019. Elas são seguidas pelas contas de serviços como água e luz, que foram de 19,6% para 20,4% do bolo total de dívidas de um ano para o outro.

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