(Michaela Rehle/Reuters)
Marcelo Sakate
Publicado em 20 de outubro de 2020 às 06h00.
Última atualização em 20 de outubro de 2020 às 20h46.
A morte do cigarro tem sido prenunciada há décadas. Em tempos de valorização de ativos associados aos princípios ESG (Ambiental, Social e Governança, da sigla em inglês), empresas que fabricam cigarros estariam ainda mais passíveis à derrocada, dada a sua relação com o vício e doenças em milhões de pessoas no mundo. Mas não é exatamente isso o que está acontecendo. E uma prova da resiliência deve ser conhecida nesta manhã de terça, 20, com os resultados da Philip Morris, a fabricante do Marlboro.
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