Mercados

Petróleo fecha em ligeira alta

O contrato de petróleo para entrega em dezembro subiu US$ 0,32, fechando a US$ 86,05 o barril


	Chama saindo de refinaria de petróleo:  incapacidade de o petróleo registrar um rali após esse declínio mostra a contínua ansiedade em relação à economia, disseram analistas
 (Getty Images)

Chama saindo de refinaria de petróleo:  incapacidade de o petróleo registrar um rali após esse declínio mostra a contínua ansiedade em relação à economia, disseram analistas (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 25 de outubro de 2012 às 17h22.

São Paulo - Os contratos futuros de petróleo negociados na New York Mercantile Exchange (Nymex) registraram um pequeno aumento nesta quinta-feira, após um dia agitado, que salientou as preocupações dos mercados com o enfraquecimento da economia.

O contrato de petróleo para entrega em dezembro subiu US$ 0,32 (0,37%), fechando a US$ 86,05 o barril. Na plataforma eletrônica ICE, o barril do petróleo do tipo Brent para dezembro avançou US$ 0,64 (0,59%), fechando a US$ 108,49 o barril.

Entretanto, participantes do mercado salientaram que o aumento desta quinta-feira ocorreu após cinco dias consecutivos de quedas, que levaram o preço da commodity a uma retração de 7%. A incapacidade de o petróleo registrar um rali após esse declínio mostra a contínua ansiedade em relação à economia, disseram analistas.

Todos os olhares estão voltados agora para a divulgação, na sexta-feira, do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA. A média das expectativas para o crescimento do PIB real é de uma taxa anual de 1,8% no terceiro trimestre, acima do crescimento de 1,3% no segundo trimestre. As informações são da Dow Jones.

Acompanhe tudo sobre:Petróleobolsas-de-valoresAçõesEnergiaCombustíveis

Mais de Mercados

Latam deve fechar 2026 com 40 aeronaves novas — e seu primeiro Embraer

Azul estreia listagem na Nyse e reforça presença entre investidores internacionais

Goldman Sachs vê dólar mais forte e iene no menor nível em décadas

Petróleo cai com aumento da oferta da Opep+ e demanda fraca da China