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Petróleo fecha em alta de 1,04% com nevascas nos EUA

Nova York - Os preços dos contratos futuros do petróleo fecharam em alta, no maior nível em uma semana, puxados pela ocorrência de tempestades de neve nos EUA e pela redução do avanço do dólar perto do horário de fechamento, fatores que estimularam os investidores a comprar. O contrato futuro do petróleo com vencimento em […]

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Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h43.

Nova York - Os preços dos contratos futuros do petróleo fecharam em alta, no maior nível em uma semana, puxados pela ocorrência de tempestades de neve nos EUA e pela redução do avanço do dólar perto do horário de fechamento, fatores que estimularam os investidores a comprar.

O contrato futuro do petróleo com vencimento em março, negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), fechou em alta de 1,04%, aos US$ 74,52 por barril - maior nível desde 3 de fevereiro. O preço mínimo durante o dia foi de US$ 72,60 e o máximo, de US$ 74,97 o barril, incluindo as transações do pregão eletrônico. Na plataforma ICE de Londres, o contrato do petróleo tipo Brent com vencimento em março avançou 0,6%, para US$ 72,54 por barril.

Especialistas esperam um aumento na demanda por óleo de calefação diante das tempestades que atingem grande parte do nordeste dos EUA, com o Meio Atlântico enfrentando forte nevasca, e das previsões de temperaturas abaixo da média no país. A maior parte das compras dos contratos ocorreu no final da sessão, quando os comerciantes inverteram as posições vendidas a descoberto.

O Departamento de Energia dos EUA (DOE), afirmou em um relatório que espera uma alta de 2,1% da demanda global por petróleo no primeiro trimestre do ano ante igual período do ano passado, para 85,18 milhões de barris diários. Para o ano, o departamento prevê uma elevação de 1,4% na demanda, para 85,3 milhões de barris diários.

Apesar disso, a commodity registrou queda durante grande parte da sessão, pressionada pela alta do dólar. As cotações do petróleo tendem a recuar com a apreciação da divisa, que torna o produto mais caro para detentores de outras moedas. O dólar subiu ante o euro, conduzido pelas preocupações sobre se haverá efetivamente um pacote de auxílio para a Grécia e diante das declarações do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Ben Bernanke. As informações são da Dow Jones.

 

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