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Link e Alpha Alliance se unem para investimentos de alta frequência

Parceria busca fazer com que gestores em todo o mundo estendam suas atuais estratégias de negociação ao Brasil

Um dos objetivos da parceria é fazer com que empresas em todo o mundo estendam suas atuais estratégias de negociação à bolsa brasileira (Germano Lüders/EXAME)

Um dos objetivos da parceria é fazer com que empresas em todo o mundo estendam suas atuais estratégias de negociação à bolsa brasileira (Germano Lüders/EXAME)

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Da Redação

Publicado em 2 de agosto de 2011 às 14h51.

São Paulo – A CFN Services, uma provedora líder em serviços de capacidade de negociação de alta frequência, anunciou nesta terça-feira (2) uma parceira com a Link Investimentos, por meio da Alpha Alliance. Um dos objetivos é fazer com que os gestores em todo o mundo estendam suas atuais estratégias de negociação ao Brasil.

“A parceria com a CFN Services para fornecer uma solução de acesso de mercado de alto desempenho para os atuais e novos membros de negociação oferece uma nítida vantagem competitiva ao investidor”, explica Nilson Monteiro, chefe da área de acesso direto ao mercado (DMA, na sigla em inglês) da Link.

O vice-presidente de Serviços Financeiros da CFN Services, Sebastian Yoon, lembra que a Alpha Platform fornece uma solução pronta de negociação para instituições financeiras globais que pretendem entrar no mercado brasileiro. “A parceria da Link Investimentos com a Alpha Alliance expande o nosso suporte de capacidade de negociação no Brasil”, conclui Yoo.

Tendência

Recentemente, o Deutsche Bank entrou se consolidou no segmento eletrônico no Brasil. Em junho, o banco lançou dois produtos que utilizam algoritmos para facilitar os negócios na bolsa brasileira e reduzir os erros humanos dos operadores.

Os dois programas, o Stealth e o Autobahn Equity, marcam a entrada do banco no segmento que pode chegar a 30% do volume de negócios da Bovespa em dois anos, conforme projeta André Rosenblit, chefe da corretora no Brasil.

O Stealth, considerado o principal produto do banco, tenta simular a atuação de um operador na bolsa. “Às vezes é melhor identificar a oportunidade e apenas efetuar a estratégia quando a liquidez aparece. Isso simula o operador quieto, quando na verdade esperava apenas o melhor momento”, explica Rosenblit.

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