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Ibovespa varia pouco, bancos compensam queda de Petrobras

Papéis de bancos apareciam entre as principais altas, depois de ajudarem a puxar o mercado para baixo na segunda-feira


	Operadores na Bovespa: às 11h18, o Ibovespa tinha variação positiva de 0,1%, a 52.317 pontos. O giro financeiro do pregão era de 1,15 bilhão de reais
 (Germano Lüders/EXAME.com)

Operadores na Bovespa: às 11h18, o Ibovespa tinha variação positiva de 0,1%, a 52.317 pontos. O giro financeiro do pregão era de 1,15 bilhão de reais (Germano Lüders/EXAME.com)

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Da Redação

Publicado em 26 de novembro de 2013 às 10h30.

São Paulo - O mercado acionário brasileiro operava com pouca variação nesta terça-feira, com o avanço do setor financeiro compensando a queda das ações da Petrobras , em uma sessão em que o mercado operava em compasso de espera por decisões importantes no cenário nacional.

Às 11h18, o Ibovespa tinha variação positiva de 0,1 por cento, a 52.317 pontos. O giro financeiro do pregão era de 1,15 bilhão de reais.

Papéis de bancos apareciam entre as principais altas, depois de ajudarem a puxar o mercado para baixo na segunda-feira, quando o índice do setor financeiro na bolsa recuou 1,14 por cento, contra queda de 1,02 por cento do Ibovespa.

O setor sofreu na véspera com temores de que uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a correção da poupança com planos econômicos passados possa trazer um impacto sistêmico, sobretudo a instituições financeiras com grandes depósitos.

"Muita gente acha que isso (o julgamento) vai acabar ficando para o ano que vem, então o setor está corrigindo a perda de ontem", afirmou o operador de renda variável Luiz Roberto Monteiro, da Renascença Corretora. Nesta sessão, o índice do setor financeiro subia 1,81 por cento.

Segundo notícias da mídia, o ministro do STF Marco Aurélio Mello defendeu o adiamento para 2014 do início do julgamento, previsto para ocorrer na quarta-feira. No outro sentido, as ações preferenciais e ordinárias da Petrobras caíam por volta de 2 por cento, após uma reportagem afirmar que a presidente Dilma Rousseff está relutante em autorizar uma fórmula de reajuste automático para a gasolina e diesel no modelo defendido pela estatal. Uma reunião do Conselho de Administração da Petrobras para analisar o tema, que já havia sido adiada em uma semana, deve ocorrer na sexta-feira.

O mercado aguardava ainda a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central sobre o próximo patamar da taxa básica do juro, na quarta-feira, que pode levar a Selic para dois dígitos pela primeira vez em quase dois anos. Além disso, nesta terça, o Superior Tribunal da Justiça (STJ) vai julgar sobre a tributação de lucros de subsidiárias da multinacional Vale no exterior.

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