Mercados

Goldman Sachs deixa banco chinês ICBC após 7 anos

Banco iniciou a venda de cerca de 1,1 bilhão de dólares de ações negociadas em Hong Kong no Banco Industrial e Comercial da China


	Funcionário do em um prédio da ICBC: venda pelo Goldman seria o capítulo final do investimento do banco de Wall Street no ICBC da China
 (Kim Kyung-Hoon/Reuters)

Funcionário do em um prédio da ICBC: venda pelo Goldman seria o capítulo final do investimento do banco de Wall Street no ICBC da China (Kim Kyung-Hoon/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 20 de maio de 2013 às 10h16.

Hong Kong - O Goldman Sachs iniciou na segunda-feira a venda de cerca de 1,1 bilhão de dólares de ações negociadas em Hong Kong no Banco Industrial e Comercial da China (ICBC, em inglês), oferecendo-se para vender toda a sua participação remanescente na maior banco do mundo em valor de mercado.

A venda pelo Goldman seria o capítulo final do investimento do banco de Wall Street no ICBC da China. Antes de seu IPO em 2006, o ICBC era uma instituição estatal tecnicamente insolvente, sofrendo com maus empréstimos que sobrecarregavam o setor financeiro da China.

A sorte do ICBC mudou depois que fez a oferta pública, e cresceu junto com o boom econômico da China. O valor de mercado de 240 bilhões de dólares do banco está apenas um pouco abaixo do valor combinado do JP Morgan e Barclays.

O Goldman ofereceu as ações do ICBC com uma variação de 5,47 e 5,50 dólares de Hong Kong, equivalente a um desconto de até três por cento do valor de fechamento de segunda-feira, perto de 5,64 dólares de Hong Kong, de acordo com um termo de compromisso.

A venda seria a terceira do Goldman em cerca de um ano. O banco de investimentos nova-iorquino levantou 2,5 bilhões dólares com uma venda parcial do ICBC, em abril de 2012, a maior parte comprada pela investidora estatal Temasek , de Cingapura, e outra em janeiro de 2013, de 1 bilhão de dólares.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasBancosEmpresas americanasbolsas-de-valoresAçõesFinançasGoldman Sachsbancos-de-investimento

Mais de Mercados

Ibovespa acompanha NY e firma queda com pressão de Petrobras e bancos

'Miramos 15% de retorno em 2026', diz CFO do Banco do Brasil sobre rentabilidade

Banco do Brasil deve enfrentar 2026 desafiador, admite Tarciana Medeiros

Por que ações do Banco do Brasil sobem mesmo com queda de 40% no lucro