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Como reduzir os gastos da sua empresa com energia elétrica

Redução de gastos, previsibilidade de orçamento e utilização de fontes renováveis são alguns dos benefícios oferecidos pelo mercado livre de energia; entenda

 (getty images/Getty Images)

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Isabel Rocha

22 de fevereiro de 2022, 13h25

Se você já empreende há algum tempo, é possível que tenha percebido que os gastos com energia elétrica pesam bastante no caixa no final do mês. E não é só impressão sua. Segundo um estudo da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, os gastos da pequena indústria com energia elétrica podem representar cerca de 40% dos custos de produção.

Se somarmos a esse cenário a crise hídrica que assolou o país no ano passado (e que deve continuar encarecendo as contas de luz em 2022), não é de se estranhar que pequenas e médias empresas estejam cada vez mais interessadas em encontrar alternativas para reduzirem seus gastos com energia elétrica.

É nesse cenário que o mercado livre de energia ganha destaque. Estamos falando de uma modalidade de fornecimento mais flexível, personalizável e econômica que o modelo de distribuição tradicional – conhecido como mercado regulado.

BTG Empresas: conheça a plataforma pensada para reduzir a burocracia e ajudar na solução das adversidades para PMEs

É que, enquanto no mercado regulado existe uma figura intermediária (a distribuidora) entre os geradores e os consumidores de energia, no mercado livre os consumidores podem comprar de outra fonte que não a concessionária local. E têm, portanto, maior liberdade para negociar o preço, o período de suprimento, a forma de pagamento e a quantidade de energia contratada.

Segundo o blog Mercado Livre de Energia, a maior vantagem desse ambiente é a “possibilidade de o consumidor escolher, entre os diversos tipos de contratos, aquele que melhor atenda às suas expectativas de custo e benefício”. Uma vantagem e tanto para os gestores de pequenas e médias empresas – que, além de adquirirem maior previsibilidade de custo, conseguem redirecionar parte do orçamento que antes era gasto com a conta de luz para outras atividades.

Além disso, vale lembrar que o consumidor do mercado livre pode optar por consumir energia de fontes renováveis – o que vai de encontro com as boas práticas ambientais, sociais e de governança, cada vez mais importantes para o futuro do planeta e para a alavancagem financeira das empresas.

Mas, afinal, como migrar para o mercado livre de energia?

 

Ao identificar a discrepância de preços entre o mercado regulado e o mercado livre (e os benefícios que o segundo modelo pode trazer para os clientes), o BTG Pactual, que já atua no mercado de energia livre há mais de uma década,  decidiu incluir a solução no rol de serviços oferecidos pelo BTG Empresas, plataforma do banco totalmente focada em soluções para pequenas e médias empresas.

Para ingressar neste mercado, é preciso que a empresa atenda a alguns requisitos, como ser um consumidor de alta tensão e ter uma demanda contratada de, pelo menos, 500 quilowatts.  Caso seja elegível, o consumidor pode solicitar a saída do mercado regulado junto à distribuidora.

Escolha o BTG Empresas e economize até 30% na conta de luz e 100% na taxa de gestão

Além de uma economia de até 30% na conta de luz, as empresas que fazem a migração para o mercado livre com apoio do BTG Empresas também contam com assessoria do banco durante todo o período do contrato e descontos que podem chegar a 100% na taxa de gestão.

Saiba mais sobre o BTG Empresas

 

Com a expertise do BTG Pactual, o maior banco de investimentos da América Latina, nasceu o BTG Empresas. O objetivo da plataforma é reduzir a burocracia e ajudar na solução das adversidades para PMEs.

Veja, abaixo, algumas das soluções oferecidas:

- Conta PJ digital sem taxas de abertura e manutenção;  - Pix ilimitado e sem custos; - Soluções de pagamento;  - Soluções de recebimento; - Antecipação de recebíveis; - Antecipação a fornecedores;  - Financiamento para energia solar; - Atendimento humanizado