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Michael Saylor compara queda do bitcoin à da Apple em 2013

Executivo por trás da empresa listada em bolsa que mais investe na criptomoeda minimiza riscos e destaca mudanças no ciclo do bitcoin

 (Binance/Divulgação/Divulgação)

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Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 24 de fevereiro de 2026 às 16h30.

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Michael Saylor, presidente executivo da Strategy, empresa listada em bolsa que mais investe em bitcoin, comparou a recente queda da criptomoeda ao período de desvalorização enfrentado pela Apple em 2013, afirmando que correções profundas são comuns em investimentos em tecnologias emergentes.

Segundo Saylor, o bitcoin caiu cerca de 45% em relação ao seu pico histórico próximo de US$ 126 mil, movimento semelhante ao registrado pela Apple entre 2012 e 2013, quando as ações da empresa também recuaram aproximadamente 45%. Na época, mesmo com o sucesso do iPhone, o mercado demonstrava dúvidas sobre o potencial de crescimento da companhia, que levou anos para recuperar sua valorização.

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Durante participação no podcast Coin Stories, apresentado por Natalie Brunell, Saylor afirmou que esse tipo de trajetória é comum em tecnologias que posteriormente se consolidam. “Não há exemplo de investimento tecnológico bem-sucedido que não tenha passado por uma queda de cerca de 45% e por um período de incerteza”, disse.

O executivo também destacou que o atual ciclo do bitcoin apresenta características diferentes de ciclos anteriores. Segundo ele, mudanças estruturais no mercado de derivativos, com maior participação de plataformas reguladas nos Estados Unidos, têm contribuído para reduzir a volatilidade. Isso pode ter limitado a queda a um intervalo entre 40% e 50%, abaixo dos recuos mais acentuados observados em ciclos anteriores.

Outro fator citado é a menor disponibilidade de crédito tradicional para investidores que utilizam bitcoin como garantia. De acordo com Saylor, essa limitação pode pressionar vendas em momentos de estresse, influenciando o comportamento do mercado.

Ele também minimizou preocupações sobre possíveis riscos associados à computação quântica, afirmando que essa tecnologia ainda está distante de representar uma ameaça prática. Segundo Saylor, a evolução da infraestrutura digital e atualizações coordenadas poderiam mitigar eventuais riscos futuros.

Para o executivo, o atual período representa uma fase de transição típica de ativos inovadores. Ele avalia que, assim como ocorreu com grandes empresas de tecnologia no passado, o bitcoin pode atravessar períodos prolongados de volatilidade antes de alcançar novas fases de adoção e valorização.

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