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BTG aumenta recomendação em bitcoin e criptomoeda que disparou 180% em 2026

Enquanto a queda expressiva do bitcoinpode virar oportunidade, cripto que foi na contramão do mercado eleva potencial de lucro para investidores em junho

 (Reprodução/Reprodução)

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Mariana Maria Silva
Mariana Maria Silva

Editora do Future of Money

Publicado em 3 de junho de 2026 às 14h00.

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Nesta quarta-feira, 3, o bitcoin chegou a despencar para US$ 65 mil. A maior criptomoeda do mundo opera em queda de 47% desde a sua máxima histórica, de US$ 126 mil em outubro de 2025.

Apenas nos últimos trinta dias, o bitcoin também acumula queda de quase 24%, segundo dados do CoinMarketCap. Apesar disso, a queda acumulada da maior e primeira criptomoeda pode representar uma oportunidade para alguns investidores, de acordo com seu perfil de risco individual.

As carteiras recomendadas do BTG Pactual, divididas entre os perfis conservador, moderado e sofisticado, são atualizadas todo mês por um time de analistas especializados no setor.

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Onde investir em junho?

Para o mês de junho, os analistas do BTG Pactual mencionaram uma postura mais seletiva em suas recomendações. Para as carteiras recomendadas de perfil moderado e sofisticado, os analistas optaram por aumentar a recomendação em bitcoin.

Eles mencionam a queda expressiva em maio e o cenário atual de inflação mais pressionada e reprecificação da trajetória de juros. O bitcoin não passou ileso, registrando queda de quase 24% e resgates de US$ 2,43 bilhões em ETFs de bitcoin à vista nos EUA, o terceiro pior mês desde o seu lançamento em janeiro de 2024.

Além do aumento na recomendação em bitcoin, outra criptomoeda ganhou destaque: HYPE, a moeda da Hyperliquid que já acumula alta de 183% desde o início de 2026.

“Entramos mais seletivos, reforçando ativos de maior qualidade e liquidez. Aumentamos levemente a exposição a bitcoin e HYPE. No caso de HYPE, mais do que uma compra ativa, o aumento de peso refletiu principalmente a melhor performance do ativo no mês, que elevou sua participação no portfólio, e optamos por não rebalancear esse movimento, deixando o vencedor ocupar mais espaço enquanto a tese permanece intacta”, disseram os analistas Matheus Parizotto e Vinicius Bitelo.

“Para junho, seguimos monitorando conflito no Oriente Médio, próximos dados de inflação, o comportamento dos fluxos de ETFs e o possível avanço do Clarity Act no Senado americano, que devem seguir ditando o apetite para retomada mais ampla dos criptoativos”, concluíram.

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