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Bitcoin volta para US$ 88 mil com risco de novo 'shutdown' nos EUA

Especialista aponta que a maior criptomoeda do mundo 'ensaia um rompimento de alta no curto prazo'

 (Reprodução/Reprodução)

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Mariana Maria Silva
Mariana Maria Silva

Editora do Future of Money

Publicado em 26 de janeiro de 2026 às 10h38.

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Nesta segunda-feira, 26, o bitcoin é negociado na casa dos US$ 88 mil depois de um final de semana negativo. A maior criptomoeda do mundo, no entanto, pode voltar a subir. Investidores devem monitorar o risco de um novo "shutdown" nos Estados Unidos, com a semana sendo decisiva para os mercados, segundo um especialista.

No momento, o bitcoin é cotado a US$ 87.917, com alta de quase 0,2% nas últimas 24 horas, segundo dados do CoinMarketCap.

O Índice de Medo e Ganância, utilizado para medir o sentimento do mercado cripto, sinaliza "medo extremo" em 20 pontos.

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"O bitcoin opera em alta de cerca de 1%, na região dos US$ 88 mil, após a correção registrada ao longo do fim de semana. O movimento ocorre em meio a um ambiente de cautela global, com investidores monitorando de perto o risco de um novo shutdown do governo dos Estados Unidos e uma semana considerada decisiva para os mercados, marcada pela reunião do Federal Reserve na quarta-feira, que pode definir se haverá ou não uma nova mudança na taxa de juros americana", disse Guilherme Prado, country manager da Bitget.

Análise técnica do bitcoin

"Do ponto de vista técnico, o bitcoin ensaia um possível rompimento no curto prazo, mirando a região psicológica dos US$ 90 mil. O Índice de Força Relativa (RSI) no gráfico diário subiu para 40, indicando uma tentativa dos compradores de sustentar níveis-chave de suporte. Um avanço do RSI acima da linha média pode sinalizar uma transição gradual de um viés baixista para um cenário mais construtivo", disse Guilherme Prado.

"Ainda assim, o ativo segue negociando abaixo das principais médias móveis — a EMA de 50 dias, em US$ 91.470, a de 100 dias, em US$ 94.933, e a de 200 dias, em US$ 98.628 — o que reforça que a pressão vendedora ainda não foi totalmente superada", concluiu o especialista.

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