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Bitcoin se estabiliza nos US$ 63 mil após inflação dos EUA

Mercado de criptoativos segue com apetite por risco reduzido enquanto repercute os desdobramentos do ambiente macro

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Ricardo Bomfim
Ricardo Bomfim

Editor do Future of Money

Publicado em 12 de agosto de 2026 às 13h07.

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O bitcoin opera em queda nesta quarta-feira, 12, estabilizando-se nos US$ 63 mil depois da divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.

Em julho, o CPI cresceu 0,1%, em linha com a medidana das projeções dos economistas. O núcleo da inflação, que exclui preços mais voláteis como alimentos e energia, também ficou em linha, ao avançar 0,2% no mês passado. Na base anual, a inflação dos EUA acumula uma alta de 3,4%.

Às 12h57 (horário de Brasília) o bitcoin tinha leve variação negativa de 0,1% em um período de 24 horas, a US$ 63.427 por unidade.

ETFs e indicadores

Ontem, foi registrado um saldo líquido positivo de US$ 7,8 milhões nos fundos negociados em bolsa (ETFs, na sigla em inglês) de bitcoin à vista dos EUA. O maior alvo do fluxo foi o IBIT, da BlackRock, com US$ 50,2 milhões de excesso de compras de cotas em relação às vendas.

Nos ETFs da criptomoeda ether, por sua vez, o fluxo foi negativo em US$ 1,7 milhão.

Entre os indicadores, o índice Fear & Greed (medo e ganância, na tradução literal) das criptomoedas caiu um ponto, aos 37 pontos. Com isso, o mercado segue na zona de predominância do “medo”.

O Fear & Greed usa informações como momentum de preços, volatilidade e posições predominantes no mercado de derivativos para criar um score que vai de 0 a 100 pontos. Quanto mais próximo de zero maior é o medo dos investidores, ao passo que valores perto de 100 indicam predominância do otimismo e apetite por risco.

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