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Bitcoin recua para US$ 91 mil e 'não tem demanda suficiente'

Analista técnica aponta que bitcoin não tem demanda compradora suficiente para romper resistências importantes e voltar a subir

 (Reprodução/Reprodução)

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Mariana Maria Silva
Mariana Maria Silva

Editora do Future of Money

Publicado em 8 de janeiro de 2026 às 10h34.

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Nesta quinta-feira, 8, o bitcoin segue em recuo, chegando à casa dos US$ 91 mil após ter iniciado o ano de 2026 em alta. A maior criptomoeda do mundo enfrenta forte resistência técnica e pode não ter pressão compradora suficiente para continuar subindo, segundo especialistas.

No momento, o bitcoin é cotado a US$ 91.228, com queda de 3% nas últimas 24 horas, segundo dados do CoinMarketCap. Desde o início de 2026, a criptomoeda ainda acumula alta de mais de 4%.

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"O preço do bitcoin encontrou dificuldade novamente em superar a resistência dos US$ 94.5 mil na última segunda-feira, 5. A principal criptomoeda do mercado testou novamente a região acima citada, no entanto, até o momento desta publicação, não encontrou demanda compradora suficiente para rompê-la", disse Ana de Mattos, analista técnica e trader parceira da Ripio.

"Para que o ativo dê continuidade ao movimento de alta, é imprescindível que a faixa dos US$ 94.5 mil seja superada com força compradora para buscar os próximos alvos dos US$ 101.3 mil e US$ 105 mil. Contudo, caso o fluxo vendedor permaneça forte, os suportes estão nas áreas de valor dos US$ 89.140 e US$ 82.2 mil", acrescentou.

O que está acontecendo nos mercados?

"Mercados globais apresentaram desempenho misto, com preços do petróleo recuperando parcialmente após recentes quedas e após as tensões geopolíticas, incluindo ações dos EUA relacionadas ao petróleo venezuelano, sustentando uma leve alta das commodities. Os mercados de ações oscilaram na Ásia, com o índice Nikkei em queda e futuros de ações dos EUA praticamente estáveis, enquanto investidores aguardam o relatório de emprego dos EUA, que deve influenciar expectativas de cortes de juros pelo Federal Reserve", disse André Franco, CEO da Boost Research.

"Já o bitcoin tem uma expectativa de preço no curto prazo neutro a levemente positivo. A recuperação dos preços do petróleo e o clima de liquidez global, em meio à expectativa de cortes de juros nos EUA, tendem a sustentar apetite por risco e criar um pano de fundo favorável para ativos como o bitcoin. Contudo, a incerteza derivada de geopolítica e dados macroeconômicos mistos limita a força de uma alta expressiva, podendo resultar em consolidação ou movimentos laterais antes da divulgação dos dados de emprego norte americanos", acrescentou.

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