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Unimed usa blockchain para conservar biomas no Brasil

Projeto integra blockchain, inteligência artificial e monitoramento ambiental para automatizar pagamentos e ampliar transparência na conservação de biomas brasileiro

Unidade da Unimed (Divulgação/Divulgação)

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Cointelegraph
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Agência de notícias

Publicado em 25 de fevereiro de 2026 às 12h00.

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A Seguros Unimed revelou que passou a usar blockchain, oráculos e contratos inteligentes para financiar a conservação de biomas brasileiros por meio de um projeto desenvolvido pela empresa 6BIOS Tecnologias Ambientais.

A iniciativa, criada a partir de pesquisas da PUC-Rio e da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), combina monitoramento ambiental automatizado e pagamentos digitais condicionados à preservação da vegetação nativa. Recentemente, o projeto também recebeu um novo aporte para pesquisa e desenvolvimento, conforme publicado nesta terça, 24, no Diário Oficial da União.

A proposta integra empresas patrocinadoras, proprietários de áreas preservadas e sistemas de verificação ambiental em uma única plataforma digital. O modelo busca automatizar processos de monitoramento e repasse financeiro, reduzindo intervenção humana e ampliando a rastreabilidade das ações de conservação.

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Projeto conecta preservação ambiental a pagamentos automatizados

O sistema desenvolvido pela 6BIOS reúne dados ambientais, contratos digitais e mecanismos de auditoria em uma arquitetura baseada em blockchain. A Seguros Unimed financia áreas preservadas, enquanto proprietários rurais, comunidades tradicionais e pequenos produtores atuam como responsáveis pela proteção da vegetação nativa.

Cinco propriedades apoiadas pela seguradora já recebem pagamentos mensais vinculados à conservação efetiva das áreas. Segundo os desenvolvedores, o projeto alcançou a segunda parcela de seu contrato anual, indicando continuidade operacional do modelo de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA).

A plataforma utiliza dados multisensoriais e imagens de satélite para acompanhar as condições ambientais das reservas. Esses dados alimentam sistemas chamados oráculos, que funcionam como pontes entre o ambiente físico e o registro digital em blockchain.

Quando os algoritmos confirmam a manutenção da vegetação nativa, contratos inteligentes executam automaticamente o pagamento aos responsáveis pela preservação. O sistema registra todas as operações de forma permanente e auditável.

A estrutura tecnológica também incorpora inteligência artificial e técnicas de aprendizado profundo para analisar informações ambientais e validar indicadores de preservação. Segundo a empresa, os algoritmos processam dados sobre cobertura vegetal, sequestro de carbono e evolução dos biomas.

Além do monitoramento remoto, a plataforma armazena contratos digitais com dados de patrocinadores, preservadores e áreas protegidas. O sistema opera em arquitetura de microserviços hospedada em servidores distribuídos globalmente.

Os usuários acessam a plataforma por aplicativos móveis. Patrocinadores acompanham o status das reservas e recebem certificados de preservação, enquanto proprietários monitoram pagamentos e contratos firmados.

O modelo também prevê a geração de créditos ambientais associados às áreas monitoradas. Empresas patrocinadoras podem utilizar esses ativos para estratégias de sustentabilidade corporativa, embora o mercado de créditos de carbono ainda enfrente questionamentos sobre padrões de verificação e qualidade metodológica.

A 6BIOS afirma que o uso de blockchain pode reduzir riscos de fraude, atrasos ou decisões administrativas subjetivas, ao automatizar pagamentos com base em dados verificados.

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