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“Educação que Transforma”: ALLOS atua no fortalecimento da educação básica e na oferta de educação profissionalizante com iniciativas consistentes que articulam parcerias, governança e investimento (ALLOS/Divulgação)
EXAME Solutions
Publicado em 5 de março de 2026 às 10h01.
Última atualização em 5 de março de 2026 às 10h02.
Em meio ao amadurecimento da agenda ESG no Brasil, empresas de diferentes setores têm ampliado investimentos que vão além das questões ambientais, incorporando metas sociais e de governança como parte central de suas estratégias de negócios.
Nesse contexto, a ALLOS, uma das maiores administradoras de shopping centers do país, desenvolveu sua estratégia de Investimento Social Privado (ISP), resultado de um processo de pesquisa, estudo de mercado e apoio de consultoria especializada. A iniciativa faz parte do conceito “Espaços que Transformam”, que reúne quatro pilares de atuação voltados ao impacto socioambiental da Companhia.
Entre esses pilares está o “Espaços que Desenvolvem”, que posiciona seus empreendimentos como lugares de transformação positiva para as comunidades, incentivando práticas sustentáveis entre os clientes e apoiando projetos de desenvolvimento local.
No ano passado, a partir da causa prioritária “Educação que Transforma”, a ALLOS concentrou esforços para desenvolver projetos relevantes e com metas de impacto mensuráveis. Atuando no fortalecimento da educação básica e na oferta de educação profissionalizante, conseguiu desenhar iniciativas consistentes, articulando parcerias, governança e investimento de forma integrada.
Segundo a companhia, cada iniciativa tem como objetivo impactar, anualmente, 100 beneficiados em cada projeto implementado, com meta de ampliação contínua até 2030.
Na frente de fortalecimento da educação básica, dois empreendimentos no Rio de Janeiro — o Shopping Leblon e o Shopping Tijuca — passaram a adotar o modelo de apadrinhamento de escolas municipais localizadas em seus entornos.
A iniciativa vai além da doação de recursos. O projeto atua em quatro eixos: melhoria da gestão escolar, formação de educadores, qualificação da infraestrutura e engajamento da comunidade. O foco está em crianças e adolescentes da rede pública, com o objetivo de elevar indicadores educacionais e fortalecer o vínculo entre escola, famílias e território.
Os programas contam com a participação de organizações como a Parceiros da Educação, que contribui com metodologia, acompanhamento e avaliação de resultados.
A segunda frente estruturante concentra-se na oferta de educação profissionalizante, com foco em jovens adultos e mulheres em situação de vulnerabilidade. Os cursos combinam capacitação técnica com desenvolvimento de competências socioemocionais — uma resposta às demandas do mercado de trabalho contemporâneo.
No Pará, o Parque Shopping Belém oferece capacitação em informática voltada à ampliação da empregabilidade, enquanto o Boulevard Shopping Belém prioriza jovens de comunidades ribeirinhas e quilombolas, com formação voltada ao varejo, à comunicação e às relações comerciais. Outro exemplo da região amazônica é o Amazonas Shopping, que atua com duas frentes em paralelo: uma com foco em empreendedorismo e marketing digital e outra em cursos técnicos voltados ao mercado de trabalho, ambas acompanhadas de mentorias socioemocionais.
No Rio de Janeiro, o Norte Shopping é um espaço que desenvolve cursos profissionalizantes voltados à geração de renda e autonomia financeira, enquanto o Plaza Shopping Niterói investe em capacitação para o mercado varejista, com mentorias e trilhas técnicas.
Em Minas Gerais, o Independência Shopping aposta na formação profissional e socioemocional de jovens em situação de vulnerabilidade, com possibilidade de inserção no próprio shopping.
Entre os parceiros envolvidos estão Microlins, Universidade Estácio de Sá, Joco, Senac, Fundação Amazônia Sustentável e Instituto Aliança, que atuam na execução e certificação dos cursos.
A ALLOS destaca que um dos diferenciais das iniciativas é que elas integram governança, investimento e parcerias, o que torna o modelo facilmente replicável. A empresa afirma que os projetos foram concebidos para serem escaláveis, respeitando especificidades regionais, mas mantendo uma espinha dorsal comum de metodologia e indicadores de desempenho.
Dessa forma, ao estabelecer metas anuais e um horizonte de expansão até 2030, a companhia sinaliza ao mercado que pretende consolidar o investimento social como causa prioritária nos próximos anos.
Além dos projetos com foco em educação, a ALLOS mantém iniciativas de interesse comunitário, nacionais ou locais, que podem ser pontuais ou contínuas. Entre elas, destaca-se o projeto “Leitura para Todos”. Voltado à democratização do acesso à literatura desde a primeira infância, o projeto distribuiu, ao longo de 2025, mais de 200 mil livros infantis, impactando mais de 100 mil crianças.
Desde sua criação, em 2021, o programa alcançou a marca de 1 milhão de livros distribuídos. A iniciativa é realizada em parceria com o Instituto da Criança, responsável pelo mapeamento e seleção de instituições sociais, organizações da sociedade civil e escolas públicas localizadas no entorno dos shoppings participantes.
Segundo a ALLOS, a expectativa é que, até 2030, a evolução dos indicadores e a capacidade de expansão dos projetos ajudem a consolidar um novo padrão de atuação para grandes operadores do setor.