Economia

Vendas reais dos supermercados no Brasil sobem 9,78%

No acumulado dos onze meses de 2013, o avanço foi de 5,65%


	Supermercado: produtos com maiores altas em novembro foram o tomate (+13,39 por cento), batata (+5,98 por cento) e pernil (+4,83 por cento)
 (Getty Images)

Supermercado: produtos com maiores altas em novembro foram o tomate (+13,39 por cento), batata (+5,98 por cento) e pernil (+4,83 por cento) (Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 19 de dezembro de 2013 às 13h45.

São Paulo - As vendas reais dos supermercados no Brasil subiram 9,78 por cento em novembro ante igual mês do ano passado, divulgou a associação que representa o setor, Abras, nesta quinta-feira, num resultado avaliado como muito positivo pela entidade.

No acumulado dos onze meses de 2013, o avanço foi de 5,65 por cento. Já na comparação com outubro, as vendas de novembro tiveram alta de 3,26 por cento.

"O Índice de Vendas mais uma vez apresentou crescimento expressivo em novembro sobre o mesmo mês do ano anterior, o que mostra que o brasileiro continua consumindo bem, pois sua renda permanece estável", afirmou o presidente da Abras, Fernando Yamada, em nota.

Ele complementou que as perspectivas continuam boas para o final de ano, ressaltando que as vendas reais deverão ficar acima de 5 por cento no consolidado do ano, "o que sem dúvida é um ótimo resultado".

Preços

A cesta Abrasmercado, que reúne 35 produtos de largo consumo analisados pela GfK, teve alta de 0,34 por cento sobre outubro e de 6,82 ante novembro do ano passado, chegando a 359,86 reais.

O avanço anual superou o do IPCA, que subiu 5,77 por cento no mesmo período, observou a Abras.

Os produtos com maiores altas em novembro foram o tomate (+13,39 por cento), batata (+5,98 por cento) e pernil (+4,83 por cento). Por outro lado, as maiores quedas foram do feijão (-5,90 por cento), leite longa vida (- 4,25 por cento) e creme dental (-1,6 por cento).

Considerando os onze primeiros meses de 2013, o produto cujo preço mais subiu foi a farinha de trigo (+31,3 por cento). Na outra ponta, o maior recuo foi assumido pela cebola, que caiu 23,3 por cento no período.

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