Economia

Para Dilma, é preciso "boxear" o que atrapalha o crescimento

Ao ser perguntada se gostaria de boxear os juros, a presidente respondeu: "Acho que a gente tem que boxear todas as coisas que atrapalham o crescimento do país"


	Dilma falou sobre problemas econômicos brasileiros em Brasília
 (Paul Hackett/Reuters)

Dilma falou sobre problemas econômicos brasileiros em Brasília (Paul Hackett/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 14 de agosto de 2012 às 14h08.

Brasília - A presidente Dilma Rousseff, que recebeu a bandeira olímpica nesta terça-feira na presença de atletas brasileiros, afirmou que é preciso "boxear todas as coisas que atrapalham o crescimento do país".

Os boxeadores Esquiva e Yamaguchi Falcão, medalhas de prata e bronze na Olimpíada de Londres, respectivamente, foram os únicos atletas que estiveram nos Jogos a participar da audiência com a presidente.

A bandeira foi levada a Brasília pelo prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, que a recebeu das mãos do presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Rogge, em Londres, no encerramento dos Jogos.

Na cerimônia no Palácio do Planalto, ao ser perguntada se gostaria de boxear os juros, Dilma respondeu: "Acho que a gente tem que boxear todas as coisas que atrapalham o crescimento do país." O Rio receberá em 2016 a primeira Olimpíada a ser realizada na América do Sul.

Também participaram da audiência o governador do Rio, Sérgio Cabral, e o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do comitê organizador dos Jogos do Rio, Carlos Arthur Nuzman.

Acompanhe tudo sobre:Dilma RousseffPersonalidadesPolíticosPolíticos brasileirosPT – Partido dos TrabalhadoresPolítica no BrasilGoverno Dilmaeconomia-brasileiraDesenvolvimento econômicoCrescimento econômico

Mais de Economia

Brasil está à frente no uso de IA, diz economista-chefe da Visa

Conflito no Oriente Médio pressiona preços globais de alimentos, alerta a FAO

Crédito sustenta atividade mais forte no Brasil no 1º tri, diz Pessoa

Ceron diz que possível rejeição das distribuidoras à subvenção ao diesel preocupa o governo