Economia

Medida tem objetivo de reduzir custo Brasil, diz Mantega

Ministro também afirmou que a desoneração visa aumentar a competitividade da empresa nacional no país e no exterio


	Mantega: "Essas medidas vêm se somar a outras que temos tomado e que caminham na mesma direção: reduzir o custo Brasil, encargos, impostos, juros e tornar economia mais competitiva"
 (Wilson Dias/Agência Brasil)

Mantega: "Essas medidas vêm se somar a outras que temos tomado e que caminham na mesma direção: reduzir o custo Brasil, encargos, impostos, juros e tornar economia mais competitiva" (Wilson Dias/Agência Brasil)

DR

Da Redação

Publicado em 13 de setembro de 2012 às 15h17.

Priorizar nos meus resultados Google

Brasília - As medidas anunciadas nesta quinta-feira pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, vão, conforme o ministro, reduzir o custo da produção brasileira e aumentar a competitividade da empresa nacional no país e no exterior. "Essas medidas vêm se somar a outras que temos tomado e que caminham na mesma direção: reduzir o custo Brasil, encargos, impostos, juros e tornar economia mais competitiva", frisou.

Mantega salientou que o Banco Central tem reduzido a taxa básica de juro a um patamar "bastante baixo" diante do histórico brasileiro e que hoje está em torno de 2 pontos porcentuais em termos reais. "O juro para as empresas continuará a cair no Brasil, os custo para a empresa vai cair", afirmou.

Segundo o ministro, o câmbio desvalorizado também ajuda a reduzir o custo das empresas. "Todos os custos em reais estão menores em dólares e isso aumenta a competitividade das empresas. Estamos com dólar em R$ 2 há algum tempo", considerou.

Acompanhe tudo sobre:PersonalidadesPolíticosPolíticos brasileirosPolítica no Brasileconomia-brasileiraImpostosLeãoreformasCusto BrasilGuido MantegaIncentivos fiscais

Mais de Economia

PCE: inflação fica em 3,7% nos 12 meses até julho e supera expectativas nos EUA

IPCA-15 de agosto cai 0,40%, com inflação em 12 meses a 4,24%

‘Fim da escala 6x1 pode elevar custo do varejo em pelo menos 20%’, diz presidente do IDV

Sem saber a alíquota da CBS, empresas do Simples decidem regime tributário até 30 de setembro