Economia

Livro Bege do Fed indica crescimento modesto nos EUA

A avaliação anterior do Livro Bege do Fed sobre a economia, divulgada em 6 de julho, havia falado sobre o crescimento com um tom levemente mais otimista

Ben Bernanke, presidente do Fed: o Livro Bege tem como base relatórios de empresários de costa a costa e será usado por autoridades do Fed em sua próxima reunião (Mark Wilson/Getty Images)

Ben Bernanke, presidente do Fed: o Livro Bege tem como base relatórios de empresários de costa a costa e será usado por autoridades do Fed em sua próxima reunião (Mark Wilson/Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 18 de julho de 2012 às 16h01.

Washington - O crescimento econômico nos Estados Unidos esfriou em junho e no início de julho, e as contratações cresceram a um ritmo morno na maior parte do país, informou o Federal Reserve, banco central norte-americano, nesta quarta-feira.

"Os relatos da maioria dos 12 distritos do Federal Reserve indicam que a atividade econômica geral continuou a expandir em um ritmo modesto a moderado em junho e início de julho", explicou o banco central em seu "Livro Bege" sobre a atividade nacional.

A avaliação anterior do Livro Bege do Fed sobre a economia, divulgada em 6 de julho, havia falado sobre o crescimento com um tom levemente mais otimista, descrevendo-o como "moderado".

O Livro Bege, preparado desta vez pelo Fed de Atlanta com base em informações coletadas até 9 de julho, atrai o interesse do mercado pois tem como base relatórios de empresários de costa a costa e será usado por autoridades do Fed em sua próxima reunião em 31 de julho e 1º de agosto.

Acompanhe tudo sobre:Países ricosEstados Unidos (EUA)Mercado financeiroCrise econômicaDesenvolvimento econômicoCrescimento econômicoFed – Federal Reserve System

Mais de Economia

Governo altera projeção de alta do IPCA em 2026 de 3,7% para 4,5%

IBC-Br: prévia do PIB cai 0,7% em março de 2026

Focus eleva projeção de Selic de 13,00% para 13,25% em 2026

Petróleo a US$ 100 por guerra no Irã eleva apostas em pausa de cortes da Selic