Economia

Inflação semanal aumenta em cinco capitais

Inflação semanal medida pela Fundação Getúlio Vargas em sete capitais brasileiras ganhou força em cinco locais


	Consumidora pesquisa preços: Índice de Preços ao Consumidor da última semana de janeiro ficou acima da penúltima em Brasília, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo
 (Elza Fiúza/ABr)

Consumidora pesquisa preços: Índice de Preços ao Consumidor da última semana de janeiro ficou acima da penúltima em Brasília, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo (Elza Fiúza/ABr)

DR

Da Redação

Publicado em 4 de fevereiro de 2014 às 08h51.

Rio de Janeiro - A inflação semanal medida pela Fundação Getúlio Vargas em sete capitais brasileiras ganhou força em cinco locais, divulgou hoje (4) o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV).

O Índice de Preços ao Consumidor da última semana de janeiro ficou acima da penúltima em Brasília, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.

O IPC-S geral aumentou de 0,93% para 0,99%, puxado para baixo apenas pelos indicadores de Salvador, onde houve queda de 1,12% para 0,97%, e de Porto Alegre, cuja variação foi de 0,75% para 0,67%.

Rio de Janeiro e Recife são as cidades que registram as maiores taxas de inflação, ambas em 1,19%.

O Rio, no entanto, teve um aumento maior, já que partiu de 1,01% na semana anterior, enquanto a capital pernambucana, de 1,06%.

Apesar disso, a maior alta foi registrada em Belo Horizonte, onde o IPC-S avançou de 0,90% para 1,13% na última semana de janeiro.

Em Brasília, foi registrada alta de menos de 0,10 ponto percentual, de 0,46% para 0,55%.

Em São Paulo, o IPC-S aumentou de forma mais moderada, de 1,02% para 1,08%.

Acompanhe tudo sobre:economia-brasileiraEstatísticasInflaçãoIndicadores econômicosIPC

Mais de Economia

Governo determina que distribuidoras informem margem de lucro em adesão à subvenção dos combustíveis

Tesouro planeja emitir títulos em euro após mais de uma década

Lula diz que vai enviar projeto da escala 6x1 ao Congresso nesta semana

Alckmin diz que governo deve enfrentar efeitos dos penduricalhos: 'Quem paga é o trabalhador'