Governo ajusta projeções e prevê déficit nominal de 17,2% do PIB em 2020

Considerando uma retração do PIB de 4,7% este ano, a estimativa é de que a dívida bruta suba a 93,9% em 2020

A equipe econômica divulgou nesta segunda-feira novas projeções fiscais para 2020, ajustando na margem suas expectativas e passando a prever um déficit nominal de 17,2% do Produto Interno Bruto (PIB), frente a 17% antes.

A perspectiva agora é de que haja um rombo primário de 871 bilhões de reais para o governo central (12,1% do PIB) este ano, e de 895,8 bilhões de reais para o setor público consolidado (12,5% do PIB).

Em 4 de setembro, esses déficits haviam sido calculados em 12,1% e 12,4% do PIB, respectivamente.

Os dados foram apresentados pelo secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, em audiência pública no Congresso.

Considerando uma retração do PIB de 4,7% este ano, premissa que foi mantida do início do mês para cá, a estimativa é de que a dívida bruta suba a 93,9% em 2020 (94,6% antes), e que a dívida líquida vá a 67,8% do PIB (67,9% antes).

Waldery voltou a reforçar que é importante circunscrever os gastos extraordinários a este ano, e retomar a agenda de reformas. Segundo o secretário, o envio de uma nova perna da reforma tributária aos parlamentares será feito em breve, após deliberação do ministro da Economia, Paulo Guedes.

Obrigado por ler a EXAME! Que tal se tornar assinante?

Tenha acesso ilimitado ao melhor conteúdo de seu dia. Em poucos minutos, você cria sua conta e continua lendo esta matéria. Vamos lá?

Falta pouco para você liberar seu acesso.

exame digital

R$ 15,90/mês

  • Acesse onde e quando quiser.

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.

exame digital + impressa

R$ 44,90/mês

  • Acesse onde e quando quiser

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.

  • Edição impressa quinzenal.

  • Frete grátis

Já é assinante? Entre aqui.

Apoie a Exame, por favor desabilite seu Adblock.