Economia

Fim de exclusividade de bandeiras é natural, diz Itaú

Para o diretor executivo de Cartões do Itaú Unibanco, a grande mudança será sentida pelos consumidores


	Hipercard: a bandeira de cartões Hiper, lançada nesta quarta-feira, 2, pelo Itaú Unibanco, será aceita apenas nas máquinas da Redecard
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Hipercard: a bandeira de cartões Hiper, lançada nesta quarta-feira, 2, pelo Itaú Unibanco, será aceita apenas nas máquinas da Redecard (VEJA)

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Da Redação

Publicado em 2 de outubro de 2013 às 14h12.

São Paulo - A possibilidade de o Banco Central, ao ser regulador do setor de pagamentos móveis no Brasil, colocar um ponto final nos acordos de exclusividade ainda existentes entre bandeiras e adquirentes é uma evolução natural de mercado, avaliou, nesta quarta-feira, 2, o diretor executivo de Cartões do Itaú Unibanco, Milton Maluhy.

Maluhy não vê grandes impactos caso isso ocorra e diz que a grande mudança é para os consumidores. "É muito positiva a nova regulamentação. É favorável. A indústria de cartões vai passar por uma regulamentação mais clara", disse.

A bandeira de cartões Hiper, lançada nesta quarta-feira, 2, pelo Itaú Unibanco, será aceita apenas nas máquinas da Redecard. A concorrente Elo, de Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, também só é aceita pela adquirente Cielo.

Com a exclusividade, a bandeira Hiper, assim como a Elo, captura todas as receitas das transações com cartões nas máquinas da Redecard, também do Itaú. No entanto, a possibilidade de o Banco Central acabar com os acordos de exclusividade existentes entre bandeiras e adquirentes não preocupa em termos de receita que deixarão de entrar, avaliou Maluhy.

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