Economia

Endividamento tem ligeira queda em novembro, aponta CNC

O número de famílias com dívidas passou de 59,2% em outubro para 59,0% em novembro, o mesmo patamar de novembro de 2011


	O porcentual de famílias que relatou possuir dívidas ou contas em atraso avançou de 20,5% em outubro para 21,0% em novembro
 (Divulgação)

O porcentual de famílias que relatou possuir dívidas ou contas em atraso avançou de 20,5% em outubro para 21,0% em novembro (Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 28 de novembro de 2012 às 13h27.

Priorizar nos meus resultados Google

Rio de Janeiro - As famílias brasileiras ficaram um pouco menos endividadas na passagem de outubro para novembro. No entanto, a inadimplência teve um pequeno aumento no período, segundo a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O número de famílias com dívidas passou de 59,2% em outubro para 59,0% em novembro, o mesmo patamar de novembro de 2011. Como a variação foi pequena, a CNC considerou o resultado estável.

Já o porcentual de famílias que relatou possuir dívidas ou contas em atraso avançou de 20,5% em outubro para 21,0% em novembro. Em igual mês do ano passado, o porcentual de inadimplentes tinha sido menor, de 20,0%.

Por outro lado, houve redução no montante de famílias que não têm condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso: de 7,0% em outubro para 6,8% em novembro. Em novembro de 2011, 7,3% dos entrevistados tinham declarado que continuariam inadimplentes.

A pesquisa da CNC considera dívidas as compras feitas com cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguros.

Acompanhe tudo sobre:ConsumidoresDívidas pessoaisInadimplência

Mais de Economia

Governo amplia teto de financiamento do Move Brasil para motoristas de táxi e app de até R$ 200 mil

Com reforma tributária, PMEs vão operacionalizar cashback – só não se sabe como

‘Não vai funcionar aumentar carga tributária, é preciso controlar gasto’, diz Mansueto

Reforma Tributária muda prazo do Simples Nacional: empresas têm até setembro para aderir