Economia

Congonhas enfrenta problema concorrencial crítico, diz Cade

"Congonhas é duopólio, vivemos problema crítico (lá), não é nem um triopólio", comentou Ricardo Machado Ruiz


	A Secretaria de Aviação Civil (SAC) abriu consulta pública para proposta de política de alocação de slots no Aeroporto de Congonhas que tem o intuito de abrir o aeroporto a novas companhias aéreas
 (Manoel Marques]/Veja)

A Secretaria de Aviação Civil (SAC) abriu consulta pública para proposta de política de alocação de slots no Aeroporto de Congonhas que tem o intuito de abrir o aeroporto a novas companhias aéreas (Manoel Marques]/Veja)

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Da Redação

Publicado em 27 de maio de 2013 às 17h32.

São Paulo - O integrante do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) Ricardo Machado Ruiz disse nesta segunda-feira que o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, enfrenta um problema concorrencial "crítico".

"Congonhas é duopólio, vivemos problema crítico (lá), não é nem um triopólio", comentou, durante seminário sobre concorrência nos aeroportos que acontece nesta segunda-feira em São Paulo.

Ao comentar sobre o ato de concentração Gol-Webjet, o conselheiro considerou Santos Dumont, no Rio de Janeiro, como o aeroporto mais concorrencial, tendo em vista que, na época em que o caso foi estudado, as quatro companhias tinham conjunto de slots (horários de pousos e decolagens) bem posicionados, tendo em vista as faixas de horário e sua distribuição entre as empresas.

A Secretaria de Aviação Civil (SAC) abriu consulta pública para proposta de política de alocação de slots no Aeroporto de Congonhas que tem o intuito de abrir o aeroporto a novas companhias aéreas, notadamente a Azul. A versão final do documento deve ser divulgada até o final de junho, informaram na semana passada representantes do governo ao Broadcast, serviço de notícia em tempo real da Agência Estado.

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