Economia

Categorias garantem reajuste real de até 2,9%

São Paulo - A perspectiva de crescimento econômico de até 7%, num cenário de escassez crescente de mão de obra especializada, tem facilitado a conquista de aumentos reais de salários este ano. Categorias profissionais com data-base para renovação coletiva de trabalho no primeiro semestre estão conseguindo negociar acordos que garantem aumentos salariais de até 2,9% […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h46.

São Paulo - A perspectiva de crescimento econômico de até 7%, num cenário de escassez crescente de mão de obra especializada, tem facilitado a conquista de aumentos reais de salários este ano. Categorias profissionais com data-base para renovação coletiva de trabalho no primeiro semestre estão conseguindo negociar acordos que garantem aumentos salariais de até 2,9% além da reposição integral das perdas com a inflação.

Na semana passada, os cerca de 300 mil trabalhadores da construção civil da capital paulista aprovaram proposta negociada com as construtoras que garante reajuste de 8,01% nos salários a partir de 1.º de maio, data-base da categoria. Descontada a inflação de 5,49% acumulada em 12 meses até abril, os operários da construção obtiveram ganho real de 2,39% no período.

"O ambiente macroeconômico é amplamente favorável à negociação de aumentos reais de salários e melhores condições de trabalho", afirma o diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lúcio. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Acompanhe tudo sobre:SaláriosAmérica LatinaDados de BrasilSindicatosReajustes de preços

Mais de Economia

Governo determina que distribuidoras informem margem de lucro em adesão à subvenção dos combustíveis

Tesouro planeja emitir títulos em euro após mais de uma década

Lula diz que vai enviar projeto da escala 6x1 ao Congresso nesta semana

Alckmin diz que governo deve enfrentar efeitos dos penduricalhos: 'Quem paga é o trabalhador'