Economia

Brasil vai à OMC contra restrição da UE à importação de frango, diz Maggi

Mais cedo, ele havia dito a jornalistas que a UE está planejando bloquear as exportações de nove unidades exportadoras de carne de frango da BRF

Exportações: Brasil recorrerá à OMC contra movimento da União Europeia para o descredenciamento de frigoríficos da BRF como exportadores de carne de aves para países do bloco econômico (Victor Moriyama/Reuters)

Exportações: Brasil recorrerá à OMC contra movimento da União Europeia para o descredenciamento de frigoríficos da BRF como exportadores de carne de aves para países do bloco econômico (Victor Moriyama/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 17 de abril de 2018 às 13h48.

Priorizar nos meus resultados Google

O Brasil recorrerá à Organização Mundial do Comércio (OMC) contra movimento da União Europeia para o descredenciamento de frigoríficos da BRF como exportadores de carne de aves para países do bloco econômico, afirmou o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, de acordo com nota divulgada nesta terça-feira.

Mais cedo, ele havia dito a jornalistas que a UE está planejando bloquear as exportações de nove unidades exportadoras de carne de frango da BRF para o bloco comercial e pode também revogar as credenciais de outras plantas brasileiras. Maggi citou motivos comerciais para o eventual movimento europeu.

A UE está usando preocupações sanitárias que não têm nenhuma base técnica para justificar as proibições de exportações de frango salgado do Brasil, disse Maggi.

De acordo com o ministro, trata-se de guerra comercial da UE.

"Estão aproveitando para nos tirar do mercado em nome da sanidade, o que não é verdadeiro", afirmou.

Acompanhe tudo sobre:Carnes e derivadosImportaçõesUnião EuropeiaOMC – Organização Mundial do Comércio

Mais de Economia

O Brasil do Pix tem 130 milhões de pessoas que ainda pagam por boleto

Pix ou dinheiro físico? Pesquisa revela a preferência dos idosos no Brasil

Boletim Focus: mercado reduz projeção do PIB para 1,83% em 2026

Sem alíquota e com a MP do Imposto Seletivo adiada, indústria planeja 2027 no escuro