Economia

Aumento do petróleo na Ásia é menor que o esperado

Os lucros das refinarias da Arábia Saudita caíram para os menores níveis do ano na Ásia, levando as empresas a cortar a produção de derivados


	Barris de petróleo: a Arábia Saudita, líder na Opep, manteve a produção próxima de níveis recordes em julho, com o grupo não dando sinais de mudar seu foco de defesa de participação de mercado
 (thinkstock)

Barris de petróleo: a Arábia Saudita, líder na Opep, manteve a produção próxima de níveis recordes em julho, com o grupo não dando sinais de mudar seu foco de defesa de participação de mercado (thinkstock)

DR

Da Redação

Publicado em 6 de agosto de 2015 às 16h20.

Cingapura - A Arábia Saudita aumentou os preços do petróleo para setembro na Ásia menos do que o previsto, disseram operadores nesta quinta-feira, conforme o maior exportador de petróleo do mundo defende sua participação de mercado em meio a uma demanda mais lenta.

Os lucros das refinarias caíram para os menores níveis do ano na Ásia, levando as empresas a cortar a produção de derivados, com a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) produzindo em máximas históricas em julho, ajudando a deprimir os preços globais do petróleo para mínimas de múltiplos meses .

A Arábia Saudita, líder na Opep, manteve a produção próxima de níveis recordes em julho, com o grupo não dando sinais de mudar seu foco de defesa de participação de mercado.

A Ásia é a única região onde a Arábia Saudita aumentou os preços do petróleo em setembro.

"As refinarias da região podem lamentar o fato de que os preços do petróleo vão aumentar conforme sobem ou descem em outros lugares, mas, na verdade, os aumentos na Ásia estavam provavelmente limitados pela fraqueza em desenvolvimento nas margens e diferenciais do primeiro contrato do petróleo," disseram analistas da consultoria sediada em Viena JBC Energy, em nota.

Acompanhe tudo sobre:PetróleoÁsiaEnergiaArábia Saudita

Mais de Economia

Balança Comercial do Brasil registra superávit de US$ 9,7 bilhões em junho

Produção industrial tem primeira queda de 2026 em maio

FMI deve revisar para cima previsão de crescimento do Brasil em 2026, diz Dario Durigan

Governo começará a retirar subsídio à gasolina na próxima semana, reforça ministro da Fazenda