Cientistas descobrem quatro novos sintomas da covid-19

Além dos sintomas conhecidos, como febre, falta de ar, tosse seca, fadiga, perda do olfato e do paladar, mais alguns podem ser indícios da doença, segundo o Imperial College London

A lista de sintomas para a covid-19 acaba de ficar maior. Um novo estudo encontrou quatro novos sintomas de infecções pelo novo coronavírus em algumas faixas etárias.

Além dos sintomas conhecidos, como febre, falta de ar, tosse seca, fadiga, perda do olfato e do paladar, calafrios, o Imperial College London descobriu que sintomas como perda de apetite, dores de cabeça e musculares também podem ser indícios da doença.

Os sintomas foram identificados pelos pesquisadores por meio de testes aleatórios realizados com os swabs (as hastes flexíveis longas usadas em testes RT-PCR) entre os meses de junho de 2020 e janeiro de 2021. O que eles observaram foi que existe uma associação entre um resultado positivo para a covid-19 e a presença de algum desses sintomas ou de outros já previamente conhecidos.

Os cientistas descobriram que, quanto mais sintomas as pessoas tiveram, mais probabilidade elas tinham de ter um teste positivo para o Sars-CoV-2. Os calafrios foram encontrados em pessoas de várias idades, enquanto dores de cabeça foram reportadas principalmente em crianças dos 5 aos 17 anos, a perda de apetite em pessoas acima dos 18 e dores musculares naqueles de 18 a 54 anos. O grupo dos mais jovens, em comparação com os adultos, também tinham menos probabilidade de apresentar febre, tosse e perda de apetite.

O estudo também levou em conta se mudanças substanciais foram observadas antes e depois da variante B.1.1.7 se tornar a dominante no Reino Unido – o que foi encontrando, entretanto, é que, apesar da prevalência da nova cepa, os sintomas são muito similares. No entanto, a perda do olfato e do paladar se tornou um indício menor de covid-19 em janeiro deste ano ao mesmo tempo em que a B.1.1.7 era responsável por 86% das infecções no país.

Em agosto do ano passado, antes de o vírus passar por suas principais mutações,  cientistas da Universidade do Sul da Califórnia (USC), afirmaram que, em casos de infecção pelo coronavírus, a febre era o primeiro sintoma, depois a tosse, seguida por dores musculares e, por último, aparece a naúsea ou vômito/diarreia.

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