Casual

Rapper Prodigy, fundador do Mobb Deep, morre aos 42 anos

Nascido no bairro do Queens, em Nova York, Prodigy alcançou grande notoriedade nos anos 90 dentro da cena hardcore e gangsta do rap

Prodigy, em 2007: "As causas exatas da sua morte têm que ser ainda determinadas" (Lucas Jackson/Reuters)

Prodigy, em 2007: "As causas exatas da sua morte têm que ser ainda determinadas" (Lucas Jackson/Reuters)

E

EFE

Publicado em 20 de junho de 2017 às 22h07.

Los Angeles - O rapper americano Albert Johnson, conhecido pelo nome artístico Prodigy e por ser um dos fundadores do duo Mobb Deep, morreu aos 42 anos em Las Vegas, segundo informou nesta terça-feira a revista "Rolling Stone".

O representante do Mobb Deep confirmou a esta publicação a morte de Prodigy depois que o músico foi hospitalizado após um show em Las Vegas devido às complicações causadas pela anemia falciforme que sofria desde que nasceu.

"As causas exatas da sua morte têm que ser ainda determinadas. Gostaríamos de agradecer a todos por respeitar a privacidade da família neste momento", acrescentou o representante.

O seu companheiro no Mobb Deep, Havoc (Kejuan Muchita), publicou hoje uma fotografia junto com Prodigy em seu perfil no Instagram com uma simples mensagem: "Para sempre".

Nascidos no bairro do Queens, em Nova York, Prodigy e Havoc alcançaram grande notoriedade nos anos 90 dentro da cena hardcore e gangsta do rap da costa leste dos Estados Unidos.

Entre os seus trabalhos se destacaram álbuns como "The Infamous" (1995) e "Hell on Earth" (1996) e músicas como "Shook Ones, Pt. II".

Prodigy, que também tinha uma carreira solo, cujo último disco "Hegelian Dialectic - The Book of Revelation" foi lançado em janeiro, passou três anos na prisão, de 2008 a 2011, após ser condenado por posse de armas.

yt thumbnail
Acompanhe tudo sobre:CelebridadesEstados Unidos (EUA)MúsicaRappers

Mais de Casual

Por que o Toyota Corolla é o sedã médio mais vendido do Brasil há 12 anos

Conheça as 5 cafeterias mais bonitas e exclusivas da atualidade

Na Semana de Milão, Zegna aposta em terno de 1930 para ditar o novo luxo

CEO da TAG Heuer deixa o cargo em meio à turbulência do setor