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Os melhores restaurantes de Minas Gerais em 2026, segundo a Casual EXAME

Conhecido pela comida caseira, o estado tem 9 entre os 100 melhores estabelecimentos do Brasil em 2026

100 Restaurantes 2026: os melhores do Minas Gerais (Divulgação/Divulgação)

100 Restaurantes 2026: os melhores do Minas Gerais (Divulgação/Divulgação)

Da Redação
Da Redação

Redação Exame

Publicado em 27 de junho de 2026 às 15h01.

Última atualização em 29 de junho de 2026 às 09h20.

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Minas Gerais é famosa pela comida caseira — e nos restaurantes a fama se repete. É o que mostra a edição de 2026 do ranking Os 100 Melhores Restaurantes do Brasil da Casual EXAME: o estado aparece com quase 9 estabelecimentos no guia, quase 10% do total.

A região demonstra um amadurecimento que une a hospitalidade caseira à técnica. A cena mineira em 2026 é marcada por um movimento de reinterpretação do território, em que ingredientes ancestrais e pratos icônicos, como o frango com quiabo e a galinhada, são elevados a novos patamares de sofisticação.

Veja abaixo os melhores restaurantes de São Paulo em 2026:

20º Trintaeum

Trintaeum: foco na valorização da cultura gastronômica mineira (Victor Schwaner/Divulgação)

No bairro de Lourdes, em Belo Horizonte, o Trintaeum foi criado para valorizar a cultura gastronômica mineira com ingredientes, bebidas e decoração provenientes do estado. Comandado pela chef Ana Gabi Costa, o restaurante revisita clássicos como frango com quiabo (R$ 100), galinhada (R$ 90) e pastel de angu (R$ 50) com releituras técnicas. A casa também reúne carta de vinhos mineiros, coquetéis feitos com insumos locais, seleção de cachaças e uma experiência guiada de degustação de queijos do estado.

Serviço: R. Prof. Antônio Aleixo, 20 – Lourdes, Belo Horizonte (MG). De segunda a sábado, das 12h às 15h30 e das 19h às 23h domingos, das 12h às 16h

24º Glouton

Glouton: restaurante que combina técnicas da cozinha francesa a ingredientes brasileiros (Divulgação/Divulgação)

Após deixar a carreira na medicina, o chef mineiro Leonardo Paixão passou pela França, onde trabalhou com nomes como Joël Robuchon, Pierre Gagnaire e Nicolas Magie. Em Belo Horizonte, fundou o Glouton, restaurante que combina técnicas da cozinha francesa a ingredientes brasileiros. Entre os novos pratos estão polvo grelhado com okonomiyaki de couve-flor (R$ 125), camarão com nhoque de moranga (R$ 129) e vaca atolada com costela semi defumada (R$ 135). Clássicos da casa incluem arroz de galinha com quiabo (R$ 125) e papada de porco com mil-folhas de mandioca (R$ 145).

Serviço: Rua Bárbara Heliodora, 59, Lourdes, Belo Horizonte. Telefone: (31) 3292-4237. De segunda a sábado, das 19h às 23h. 

26º Cozinha Tupis

Cozinha Tupis: Frango à Paçoquinha (R$ 59), em que tulipinhas da ave são cobertas por molho caramelado e apimentado, e cobertas por farofa de amendoim (Divulgação/Divulgação)

Um dos pioneiros na revitalização do Mercado Novo de Belo Horizonte, o Cozinha Tupis apresenta releituras de pratos típicos da cidade. Alguns pedidos imperdíveis são o Frango à Paçoquinha (R$ 59), em que tulipinhas da ave são cobertas por molho caramelado e apimentado, e cobertas por farofa de amendoim, ou o curioso Pé de Porco Recheado (R$ 94, duas pessoas) coberto por molho de vinho de jaboticaba, e acompanhado de purê de batata e couve. Para um almoço rápido, todos os dias é servida a Galinhada do Tupis (R$ 39), com tutu, ovo frito e couve. Vale a pena escolher um assento no balcão e assistir à cozinha a pleno vapor.

Serviço: Avenida Olegário Maciel, 742, loja 2161, Centro, Belo Horizonte. Terça a sexta-feira, das 11h30 às 15h30 (pratos feitos) e das 11h30 às 22h30 (à la carte). Sábado das 11h30 às 22h e domingo das 11h30 às 16h

32º Parallel

Parallel: aposta em uma cozinha espanhola autêntica em Belo Horizonte (Divulgação/Divulgação)

O Parallel aposta em uma cozinha espanhola autêntica, baseada no respeito às técnicas clássicas e aos sabores tradicionais, com um olhar moderno. À frente do restaurante estão os chefs Guilherme Furtado e Gabriella Guimarães, que viveram sete anos na Espanha e passaram por casas como Bodega 1900, Enigma e Moments, além de experiências com Ferran Adrià. No menu estão versões de suas famosas azeitonas esferificadas. O ambiente é amplo, com memorabilia que remete à Espanha, como os azulejos andaluzes.

Serviço: Rua Santa Catarina, 1.155, Lourdes. Terça a sexta, das 18h às 23h; sábado, das 12h30 às 23h; domingo, das 12h30 às 16h30

35º Pacato

Pacato: repertório mineiros com técnicas e inspirações de outras culturas gastronômicas (Victor Schwaner/Divulgação)

No restaurante, a gastronomia mineira é reinterpretada de forma contemporânea. Por meio dos menus à la carte, com opções individuais e para compartilhar, e do menu degustação, o chef Caio Soter usa ingredientes e repertório mineiros com técnicas e inspirações de outras culturas gastronômicas, como no tradicional Wellington, que no Pacato leva carne suína no lugar da bovina. O menu degustação começa com pão de milho com alho negro e empadinha de carne-seca com abóbora e requeijão moreno. Há também uma versão de galinhada com pequi e ovo de codorna. O prato principal é escolhido pelo comensal.

Serviço: Rua Rio de Janeiro, 2735, Lourdes, Belo Horizonte. Quarta a sexta, das 12h às 15h e das 19h às 23h; sábado, das 12h às 16h e das 19h às 23h; domingo, das 12h às 16h

36º Birosca S2

Birosca s2: Burrata Vicenzo, abóbora, tomates amarelos, melado, sementes e couve (Divulgação/Divulgação)

No último ano, a casa da chef Bruna Martins mudou de endereço e de conceito. Agora, além de servir pratos in loco, também opera como delicatessen, com diferentes opções para qualquer momento do dia e para viagem. Sob o mote “comida caseira e essência mineira”, a chef revisita pratos clássicos, atribuindo toques mineiros, que podem estar presentes no uso de ingredientes, como no mignon ao poivre vert com mandioca rosti, cebola caramelizada e queijo da Serra da Canastra. Para acompanhar os pratos, há carta de coquetéis autorais, que seguem o mesmo conceito. Não pule o cafezinho, que, além de fazer parte da cultura do estado, traz um blend exclusivo para o restaurante.

Serviço: Rua São Paulo, 2003, Lourdes, Belo Horizonte, MG. De terça a sábado, das 12h às 23h; domingo, das 12h às 17h; segunda, fechado.

47º Per Lui

Per Lui: chef Yves Saliba (Victor Schwaner/Divulgação)

Único na cidade a trabalhar exclusivamente com menu degustação, a casa propõe experiências sazonais que mudam a cada três meses, com cerca de oito a dez etapas. A cozinha nasce de um processo coletivo, envolvendo toda a brigada, e combina técnica apurada, referências internacionais e ingredientes selecionados em construções autorais. O restaurante surgiu em 2022 a partir da parceria entre o chef e o médico Victor Hugo Barcelos, em uma história marcada por amizade e superação, e carrega no nome uma homenagem pessoal do chef ao seu pai.

Serviço: Rua Muzambinho, 608 - Serra, Belo Horizonte (MG). Quarta a sábado, das 19h às 00h.

71º Tragaluz

Tragaluz: restaurante traz para os holofotes comidas mineiras que, muitas vezes, são mais familiares e restritas aos ambientes domésticos (Divulgação/Divulgação)

O restaurante traz para os holofotes comidas mineiras que, muitas vezes, são mais familiares e restritas aos ambientes domésticos. Tudo no local é atento aos detalhes: desde a decoração e o cuidado com a casa, de mais de 300 anos, à comida que chega à mesa. Um dos pratos mais solicitados do menu, a Pintada Tragaluz, é um preparo lento com a galinha-d’angola, um dos símbolos de Tiradentes.

Serviço: Rua Direita, 52, Centro, Tiradentes. Tel. (32) 3355-1424. Quarta a segunda a partir de 19h.

77º Florestal

Florestal: casa encerrou as operações em 21 de junho de 2026 (Divulgação/Divulgação)

No ranking de 2026, a chef Bruna Martins figura duas vezes — a primeira delas com o seu Birosca S2, na posição 36. Nascida em Belo Horizonte, Bruna cresceu em uma família de libaneses e italianos, herança que despertou sua relação com a cozinha. O último menu, batizado de Planta Carnívora, privilegiou o encontro entre o universo vegetal e o sabor do braseiro. A casa encerrou as operações em 21 de junho.

Serviço: Avenida Assis Chateaubriand, 176 – Floresta.

Jurados: Andrea Schwarz (@gastrodeias), Arnaldo Lorençato (Veja São Paulo), Bárbara Magalhães Browne (@mesadividida), Carlos Altman (Jornal Estado de Minas), Carolina Daher (Revista Encontro), Cecilia Padilha (Sabor & Arte), Cristiana Beltrão (Instituto Bazaar/Veja Rio), Daniel Sozzo (@danielsozzo), Daniela Filomeno (CNN Viagem e Gastronomia), Danielle Dalla Valle Machado (Bom Gourmet), Danilo Vale Carneiro (@danilovcarneiro), Diego Fabris (Wine Locals), Edi Souza (Folha de Pernambuco), Eduardo Milan (Decanter World Wine Awards), Eunides Lins de Oliveira (TNH1), Fabio Wright (Taste and Fly), Felipe Almeida de Freitas (@almeida1984), Fernanda Meneguetti (Estadão), Gabrielli Menezes (UOL), Georgia Guzzo (Eating Curitiba), Giuliana Iodice (Colunista), Gui Poulain (@guipoulain), Isabela Lapa (@coisasdemineiro), Isabelle Silva Moreira Lima (Gama revista/Folha de S.Paulo), Ivan Padilla Albareda (EXAME), Izakeline de Paiva Ribeiro (Portal Sabores da Cidade), Josimar Melo (Sabor&Arte/UOL/Folha), Júlia Storch (EXAME), Juliana A. Saad (The Travel Lifestyle), Juliana Simon Venancio (UOL), Junior Ferraro (Revista Azul), Jussara Voss (BFC - Bom Gourmet), Lorena Martins (O Tempo), Luiz Victor Bezerra Torres (@luizvictortorres), Luiza Fecarotta (Rádio CBN), Marcel Miwa (Guia dos Vinhos/Gula), Maria Tereza Carvalho (@proveieaprovei), Mariella Lazaretti (Prazeres da Mesa), Marina Marques (CLAUDIA), Patricia Ferraz (Estadão), Patricia Oyama (ELLE Brasil), Paula Theotonio (Jornal Correio), Rafael Tonon (UOL/Esquire), Renata Araújo (You Must Go!), Renata Monty (Viagem Gourmet), Roberta Malta (@robertamalta), Roberto Hirth (@robertohirth), Rosa Moraes (Ânima Educação) e Tina Bini Bornstein (CNN Viagem & Gastronomia).

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